Privatização proposta pelo Governo Bolsonaro aumentará tarifa em 164% e não irá universalizar serviço, diz deputado Joseildo Ramos

Joseildo Ramos: essa lei trará uma imensa insegurança jurídica para iniciativa privada porque invade competências de entes federados, criando um ambiente inseguro, onde o capital não poderá gerar uma tarifa que remunere o investimento feito.Joseildo Ramos: essa lei trará uma imensa insegurança jurídica para iniciativa privada porque invade competências de entes federados, criando um ambiente inseguro, onde o capital não poderá gerar uma tarifa que remunere o investimento feito.


Joseildo Ramos: essa lei trará uma imensa insegurança jurídica para iniciativa privada porque invade competências de entes federados, criando um ambiente inseguro, onde o capital não poderá gerar uma tarifa que remunere o investimento feito.

Joseildo Ramos: essa lei trará uma imensa insegurança jurídica para iniciativa privada porque invade competências de entes federados, criando um ambiente inseguro, onde o capital não poderá gerar uma tarifa que remunere o investimento feito.

O deputado federal Joseildo Ramos (PT) afirmou, nesta terça-feira (17/12/2019), durante sessão que conclui a votação do PL do Saneamento, que a universalização dos serviços prometida pelos defensores da abertura do setor à iniciativa privada é uma quimera, um sonho distante que não irá se realizar e destacou a insegurança jurídica que o setor pode sofrer a partir do texto aprovado. Para o parlamentar, o lucro e a universalização não se coadunam.

“ Essa lei trará uma imensa insegurança jurídica para iniciativa privada porque invade competências de entes federados, criando um ambiente inseguro, onde o capital não poderá gerar uma tarifa que remunere o investimento feito. Portanto, terá que ter política pública e investimento público porque sem esses dois a universalização será uma quimera, um sonho distante e uma utopia inatingível. Universalização não casa com o lucro”, destacou.

De acordo com Joseildo, a Câmara votou um projeto excludente que libera recursos de maneira preferencial para a iniciativa privada e que para chegar próximo a meta de universalização teria que elevar a tarifa em 164%. “É de fato a privatização da água, mesmo porque em 30 anos de tarifas, considerando a média que se cobra hoje, geraria algo em torno de R$ 289 bilhões com uma necessidade efetiva e real para universalização de R$ 389 bilhões, fora manutenção e reparo dos sistemas que importa em algo superior aos R$ 740 bilhões. Ora, para chegar perto da universalização essa tarifa teria que ter reajuste da ordem de 164%”, alertou.

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