Petrobras inicia processo para arrendar terminal de regaseificação; Terminal na Bahia tem vazão 20 milhões de metros cúbicos por dia

Vista aérea do Terminal de Regaseificação de GNL da Bahia, situado na Baía de Todos os Santos, em Candeias.Vista aérea do Terminal de Regaseificação de GNL da Bahia, situado na Baía de Todos os Santos, em Candeias
Vista aérea do Terminal de Regaseificação de GNL da Bahia, situado na Baía de Todos os Santos, em Candeias.

Vista aérea do Terminal de Regaseificação de GNL da Bahia, situado na Baía de Todos os Santos, em Candeias

A Petrobras começou nesta segunda-feira (09/12/2019) o processo de arrendamento do terminal de regaseificação de gás natural liquefeito (GNL) da Bahia (TRBA). O GNL é um gás natural transformado em líquido para ser transportado em um navio e que precisa ser gaseificado novamente para ser utilizado pelo consumidor.

O arrendamento do terminal TRBA, que fica em Cadeias e cuja sede administrativa está em Salvador, e do gasoduto, faz parte de um termo de compromisso celebrado junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), em julho deste ano, e de uma estratégia da estatal petrolífera de melhorar sua alocação de capital e construir um ambiente favorável à entrada de novos investidores no setor de gás natural.

A primeira fase é a pré-qualificação das empresas interessadas em participar da licitação. O Terminal de Regaseificação de GNL da Bahia consiste em um píer tipo ilha para atracação de um navio transportador de gás liquefeito. A vazão máxima de regaseificação do terminal é de 20 milhões de metros cúbicos por dia.

O gasoduto integrante do terminal tem 45 quilômetros (km) de extensão e 28 polegadas de diâmetro, interligando dois pontos de entrega, a Estação Redutora de Pressão de São Francisco do Conde e a Estação de Controle de Vazão de São Sebastião do Passé.

Sobre o terminal

O Terminal de Regaseificação de GNL da Bahia (TR-BA) consiste em um píer tipo ilha com todas as facilidades necessárias para atracação e amarração de um navio FSRU (Floating Storage and Regasification Unit) diretamente ao píer e de um navio supridor a contrabordo do FSRU. A transferência de GNL é feita diretamente entre o FSRU e o supridor na configuração side by side. A vazão máxima de regaseificação do TR-BA é de 20 milhões m³/d (@1 atm e 20°C).

O gasoduto integrante do terminal possui 45 km de extensão e 28 polegadas de diâmetro, interligando o TR-BA a dois pontos de entrega, a Estação Redutora de Pressão de São Francisco do Conde e a Estação de Controle de Vazão de São Sebastião do Passé.

O FSRU não faz parte do processo de arrendamento do terminal.

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