Prévia da inflação de novembro de 2019 fica em 0,01% na Região Metropolitana de Salvador

Tabelas do IBGE apresentam dados sobre prévia da inflação para novembro de 2019 na RMS.
Tabelas do IBGE apresentam dados sobre prévia da inflação para novembro de 2019 na RMS.
Tabelas do IBGE apresentam dados sobre prévia da inflação para novembro de 2019 na RMS.
Tabelas do IBGE apresentam dados sobre prévia da inflação para novembro de 2019 na RMS.

Em novembro de 2019, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que funciona como uma prévia da inflação oficial do mês, ficou em 0,01% na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Ele desacelerou em relação a outubro (0,20%), mas ficou acima do registrado em novembro de 2018 (-0,15%).

Além de ter ficado abaixo da média nacional (0,14%), o IPCA-15 de novembro na RMS (0,01%) foi a menor alta na prévia de inflação dentre as 11 áreas investigadas. Abaixo de Salvador, ficaram as regiões metropolitanas de Belo Horizonte/MG (0,00%) e de Recife/PE (-0,04%) e Brasília/DF (-0,23%).

No outro extremo, as regiões metropolitanas de Belém/PA (0,33%) e São Paulo/SP (0,29%) tiveram as maiores prévias da inflação de novembro.

Com o resultado do mês, o IPCA-15 da RMS acumula alta de 2,79% no ano de 2019, praticamente mantendo a variação de outubro (2,78%) e voltando a ficar abaixo da média nacional (2,83%). Nos 12 meses encerrados em novembro, o indicador teve leve aceleração para 2,63% (frente a 2,59% em outubro) e continuou um pouco abaixo do verificado no país como um todo (2,67%).

Gastos com Habitação (0,37%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,41%) se mantêm como principais pressões de alta no IPCA-15 de novembro, na RMS

Dos nove grupos de produtos e serviços que formam o IPCA-15, seis tiveram altas em novembro, na Região Metropolitana de Salvador.

O maior aumento ficou com vestuário (0,45%), seguido por saúde e cuidados pessoais (0,41%), despesas pessoais (0,41%) e habitação (0,37%). Entretanto, pelo peso que têm nas despesas familiares, as principais pressões inflacionárias vieram dos gastos com habitação e saúde.

Entre os aumentos dos custos de moradia, o destaque individual ficou novamente com a energia elétrica (0,58%). Também houve contribuição importante da alta nas taxas de condomínio (0,57%). Já entre as despesas com saúde e cuidados pessoais, os itens que mais pesaram foram os perfumes (2,00%) e os planos de saúde (0,60%).

Em queda pelo quarto mês consecutivo, alimentação e bebidas (-0,45%) foi o grupo que mais contribuiu para segurar a prévia da inflação de novembro na RM Salvador. A principal influência nesse sentido veio, mais uma vez, da alimentação no próprio domicílio (-0,77%), com quedas médias nos preços de itens como a cebola (-26,97%), a batata-inglesa (-18,34%), o tomate (-11,73%) e o biscoito (-3,13%).

Entretanto, a alimentação fora de casa teve aumento relevante no IPCA-15 do mês na RMS (0,23%), com influência principalmente das refeições (almoço ou jantar, 0,50%), que, individualmente, exerceram a principal pressão inflacionária no mês. Além disso, alguns itens alimentícios importantes no dia a dia também ficaram mais caros e ajudaram a puxar a prévia da inflação para cima, a exemplo do pão francês (1,74%), da laranja pera (8,13%) e do óleo de soja (6,07%).

Os transportes (-0,20%) também tiveram deflação, com peso maior dos automóveis novos (-1,26%) e contribuição também da gasolina (-0,35%). Por outro lado, as passagens aéreas tiveram aumento relevante no IPCA-15 de novembro, na RMS (5,63%).

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