Material descartado no Distrito de Maria Quitéria não é tóxico e responsáveis serão multados pela Prefeitura de Feira de Santana

Material descartado na estrada de Carro Quebrado, no Distrito de Maria Quitéria.
Material descartado na estrada de Carro Quebrado, no Distrito de Maria Quitéria.
Material descartado na estrada de Carro Quebrado, no Distrito de Maria Quitéria.
Material descartado na estrada de Carro Quebrado, no Distrito de Maria Quitéria.

O material descartado na estrada de Carro Quebrado, no Distrito de Maria Quitéria, na última sexta-feira (16/11/2019), é utilizado para compostagem. Portanto, não é tóxico. Trata-se de borra de neutralização de óleo de algodão proveniente da Estação de Tratamento de Efluentes – ETE.

A informação foi divulgada nesta terça-feira, 19, pelo secretário municipal de Meio Ambiente, Arcênio Oliveira, que esteve reunido com diretores da empresa Bioóleo Bahia, responsável pelo resíduo.

O produto estava sendo transportado para o município de Ourolândia para ser utilizado em fazenda agropecuária da região, pela JVK Transportes, cuja sede fica localizada em Morro do Chapéu, quando a tampa traseira da caçamba teria sido aberta “acidentalmente” e o produto lançado na estrada, conforme relatou o motorista, que mesmo assim seguiu viagem sem informar à empresa.

De acordo com o titular da Semmam, desde o último sábado, 16, quando esteve na localidade para identificar o material e a origem, onde também participaram o prefeito Colbert Martins Filho e outros secretários municipais, foi dado início ao levantamento de possíveis empresas, localizadas em Feira de Santana, que poderiam produzi-lo.

“Na segunda-feira (18) visitamos algumas delas e a única que o material apresentou as mesmas características com o que nós encontramos foi a Bioóleo Bahia, que está localizada às margens da BR – 324, Limoeiro”, relata Arcênio Oliveira.

Ao tomar conhecimento do ocorrido, os diretores da Bioóleo Bahia procuraram a Semmam se responsabilizando sobre a origem do resíduo e se colocaram à disposição, assim como a JVK Transportes assumirá os custos referentes ao recolhimento e armazenamento do material.

A Semmam vai aplicar uma multa para ambas empresas no valor R$ 3 mil, conforme prevê o Código de Meio Ambiente, Lei Complementar 120/2018, caracterizada como infração leve – as multas variam de R$ 500 a R$ 3 mil.

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