Ex-ministro Fernando Pimentel é condenado pela Justiça Eleitoral a 10 anos de prisão

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Fernando Pimentel (PT), ex-governador de Minas Gerais e ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior no Governo Rousseff.
Fernando Pimentel (PT), ex-governador de Minas Gerais e ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior no Governo Rousseff.
Fernando Pimentel (PT), ex-governador de Minas Gerais e ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior no Governo Rousseff.
Fernando Pimentel (PT), ex-governador de Minas Gerais e ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior no Governo Rousseff.

Fernando Pimentel (PT), ex-governador de Minas Gerais e ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior no Governo Rousseff, foi condenado pela Justiça Eleitoral a 10 anos e 6 meses de prisão em regime inicial fechado pelos crimes de tráfico de influência e lavagem de dinheiro no período em que chefiava o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, entre 2011 e 2014.

Além de Pimentel, que faz parte da apuração de um suposto esquema de lavagem de dinheiro para campanhas eleitorais, o empresário Benedito Rodrigues de Oliveira, Marcos Coimbra e Márcio Hiram Novaes também foram condenados.

Fernando Pimentel

O empresário Benedito Rodrigues de Oliveira teria relatado que Pimentel havia atuado pela aprovação da obra de um aeroporto particular na Grande São Paulo em troca de doações da empresa JHSF, no valor de R$ 4,2 milhões para o PT, bem como para a campanha à reeleição do ex-governador em 2014.

O Ministério Público acusou Pimentel de não declarar recursos utilizados na campanha de 2014, o que seria o chamado “caixa 2”.
A Polícia Federal encontrou cinco notas fiscais referentes à confecção de 34 milhões de santinhos da campanha de Pimentel ao governo do estado no ano anterior, no valor de R$ 362 mil, durante a primeira fase da Operação Acrônimo, pela qual foi condenado.

Durante a primeira fase da operação, realizada em 2015, foi revelado que os documentos não estavam registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Pimentel poderá recorrer em liberdade e, segundo sua defesa, a sentença tem “fragilidade surpreendente” e será revista.

*Com informações da Agência Sputnik.

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