Presidente da Associação Ginga Menino pede apoio para cultura durante uso da tribuna livre da Câmara Municipal de Feira de Santana

Mestre Paraná: uma terra que não valoriza sua cultura, é uma terra morta.
Mestre Paraná: uma terra que não valoriza sua cultura, é uma terra morta.
Mestre Paraná: uma terra que não valoriza sua cultura, é uma terra morta.
Mestre Paraná: uma terra que não valoriza sua cultura, é uma terra morta.

O presidente da Associação Ginga Menino, mestre Paraná, usou a tribuna livre da Câmara Municipal de Feira de Santana,  para cobrar do Poder Público Municipal mais incentivo e apoio a cultura feirense.

“Uma terra que não valoriza sua cultura, é uma terra morta. Estou aqui para cobrar uma resposta de vocês. Feira tem muito a ser explorado, mas o que precisamos é da ajuda de vocês”, frisou, direcionando a fala para os vereadores.

Em seu discurso, mestre Paraná também criticou as atuações das secretarias Municipais, segundo ele, o atendimento oferecido pelos órgãos deixa muito a desejar. “Quando chegamos em uma secretaria para pedir um auxílio só recebemos não. Às vezes quem tem um poder aquisitivo maior recebe um tratamento diferenciado”, destacou.

Ainda na tribuna, o capoeirista solicitou aos edis que se aproximem mais dos projetos sociais existentes nas periferias da cidade, para que possam ver de perto as reais necessidades.

“É bonito em um evento ver as crianças se apresentando, entretanto, esses projetos não se sustentam de palmas. Precisamos de mais. Estamos cuidando das crianças, estamos cuidando do futuro de nossa cidade. Muitas vezes políticos disponibilizam ônibus para funerais de jovens que tiveram as vidas ceifadas pelo crime, mas eu acredito, que é mais vantajoso que essas autoridades gastem verbas com a educação e projetos sociais, para que essas crianças nem entrem no mundo do crime”, refletiu.

Ao concluir, o ativista tratou sobre a questão dos carroceiros, para ele, é necessário que o Município realize um cadastro desses profissionais e disponibilize cursos de reeducação no trânsito.

“Quando pensarem em mobilidade urbana pensem em medidas eficazes. A cidade é cheia de carroceiros que muitas vezes nem sabem se portar no trânsito e acabam atrapalhando. Outra coisa que falta aqui é um estacionamento para bicicletas. O número de ciclistas só cresce, mas infelizmente, quem vem ao centro não encontra uma ciclovia, muito menos um local para estacionar o seu veículo”, finalizou.

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