Vereador solicita suspensão do contrato do Shopping Popular de Feira de Santana

Edvaldo Lima: a minha posição é a suspensão e, se permanecer, que tenham um ano de isenção e R$ 50,00 após este período, para que eles possam construir a sua sobrevivência.
Edvaldo Lima: a minha posição é a suspensão e, se permanecer, que tenham um ano de isenção e R$ 50,00 após este período, para que eles possam construir a sua sobrevivência.
Edvaldo Lima: a minha posição é a suspensão e, se permanecer, que tenham um ano de isenção e R$ 50,00 após este período, para que eles possam construir a sua sobrevivência.
Edvaldo Lima: a minha posição é a suspensão e, se permanecer, que tenham um ano de isenção e R$ 50,00 após este período, para que eles possam construir a sua sobrevivência.

Em pronunciamento, durante a sessão ordinária desta terça-feira (24/09/2019), na Câmara Municipal de Feira de Santana, o vereador Edvaldo Lima (PP) voltou a defender os vendedores ambulantes da cidade, após o desfecho da audiência pública realizada na terça-feira (17) para discutir as questões da construção e entrega do Shopping Cidade das Compras.

Insatisfeito com o resultado da audiência e com a postura do empresário Elias Tergilene – presidente da Fundação Doimo e responsável pelo consórcio, o parlamentar revelou a sua solicitação ao Governo Municipal para a suspensão do contrato entre a prefeitura e a empresa. Aborrecido com a situação, o edil declarou, “infelizmente, o que eu vi aqui foi um desrespeito total com os comerciantes de Feira de Santana e com os vereadores desta Casa. A audácia daquele cidadão chegou ao ponto de chamar os parlamentares de palhaços”, e completou, “ele veio aqui para meter a mão no bolso dos comerciantes, mas, não vai conseguir porque, aqui neste microfone, eu solicitei ao governo do município a suspensão do contrato desse consórcio miserável que quer tirar do pai e da mãe de família o sustento da sua casa”.

O edil ainda apresentou a proposta, já registrada no Ministério Público, que pede a isenção dos pagamentos de aluguel e taxa por um ano, e, após este período, ser cobrado o valor de R$ 50,00 aos comerciantes cadastrados no empreendimento. “A minha posição é a suspensão e, se permanecer, que tenham um ano de isenção e R$ 50,00 após este período, para que eles possam construir a sua sobrevivência”.

Redação do Jornal Grande Bahia
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