Shows e comida garantem movimentação recorde na 44ª Exposição Agropecuária de Feira de Santana

Espaço tradicional para comercialização de beijus, sanduíches, cocadas, pastéis, doces, canjicas e muito mais, valorizando principalmente os produtores da zona rural.
Espaço tradicional para comercialização de beijus, sanduíches, cocadas, pastéis, doces, canjicas e muito mais, valorizando principalmente os produtores da zona rural.
Espaço tradicional para comercialização de beijus, sanduíches, cocadas, pastéis, doces, canjicas e muito mais, valorizando principalmente os produtores da zona rural.
Espaço tradicional para comercialização de beijus, sanduíches, cocadas, pastéis, doces, canjicas e muito mais, valorizando principalmente os produtores da zona rural.

Um dos espaços mais cobiçados do Parque de Exposição João Martins da Silva durante a Expofeira 2019, o Caminho da Roça encontrou a receita infalível para garantir público, mesmo debaixo de chuva: lanches a preços acessíveis e a boa música regional de raiz. Assim, o espaço se manteve sempre bem movimentado e com público muito feliz.

O Caminho da Roça é espaço tradicional para comercialização de beijus, sanduíches, cocadas, pastéis, doces, canjicas e muito mais, valorizando principalmente os produtores da zona rural. E enquanto saboreavam lanches, os clientes ouviram forró, samba e repente.

Neste domingo, 08, a programação contou com shows variados, com pagode Cavaquinho de Ouro, apresentação de repente, toada e aboio por Toinho do Gado e Alice do Berrante.

Pelo Parque de Exposição também passou a animação do Grupo de Samba São Francisco do Rosário, que atraiu um público bem animado a fim de curtir o samba e sacudir os quadris.

Transe coletivo ao som do samba de roda

Pandeiros, bumbo, atabaques, cavaquinho e letras simples, que falam do dia a dia de quem vive no campo, juntos dão vida ao baianíssimo samba de roda, o mais tradicional das variantes do samba.

A batida rápida e a música parecem hipnotizar as pessoas pelos ouvidos. Um animado transe coletivo. Parecem dançar para elas mesmas, sempre com um discreto sorriso. “Abram a roda”, grita um dos músicos, que é atendido imediatamente.

É um ritmo muito valorizado no Recôncavo, onde teria nascido no século XIX e muito popular na zona rural de Feira de Santana, onde grupos, como o da Matinha e da Lagoa da Camisa, suam a camisa e vestidos dos sambadores e mantém a tradição viva.

Grandes rodas de samba, uma das identidades regionais, são vistas no Parque de Exposição João Martins da Silva, todas as noites. E com grande participação. Neste sábado, o grupo União do Samba da Fazenda Genipapo II, foi envolvido por dezenas de pessoas.

 Os pés têm que ser rápidos para acompanhar o choro do cavaquinho, dedilhado na mesma nota. E a roda se forma rapidamente, afinal o ritmo é admirado por homens, mulheres e crianças, que entram no samba de cabeça e gingado, cadenciado por palmas fortes.

E foram várias as batalhas de umbigadas, no miudinho, o passo desta dança mais praticado. Quem está na roda se voltam um contra o outro numa disputa para ver quem samba melhor ou por mais tempo.

É um espetáculo belo para ser visto. E quem tiver samba no pé, disposição e resistência física, dele participar. Tem hora para entrar na roda. Não para sair dela.

Sebrae prioriza Cadeia Produtiva do Leite, na Expofeira

Uma vaca e uma ordenhadeira mecânica chamam a atenção de quem passa pelo estande do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) no Parque de Exposição João Martins da Silva. O objetivo é orientar e instruir os pequenos produtores rurais quanto a prática correta da ordenha, com instruções de higiene que garantem a qualidade do leite. Um instrutor fica à disposição dos interessados no local.

Outras ações também estão sendo realizadas, dentro da Cadeia Produtiva do Leite, conforme explica o Gestor de Agronegócios do Sebrae, Edmar de Araújo. “Temos também uma sala de palestras abordando temas ligados à produtividade, pastagens, produção de leite com produtividade”.

Entre os destaques da programação do Sebrae na Expofeira estão os cursos de produção de queijos especiais. “Estão sendo ministrados pela especialista Maria Helena, do SENAR, para quatro caravanas de produtores rurais de nossa região”, pontua.

Várias cooperativas também atuam no stand do Sebrae comercializando produtos. “São entidades as quais o Sebrae tem trabalhado no sentido de melhorar sua produtividade e proporcionar um ambiente de comercialização, assim como é o caso da Expofeira”, acrescenta Edmar.

Redação do Jornal Grande Bahia
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