EUA: Ex-chefe de campanha defende Donald Trump e ataca democratas em audiência sobre impeachment

Corey R. Lewandowski é um político americano, lobista e comentarista político. Ele foi comentarista político da One America News Network, da Fox News e da CNN, bem como gerente de campanha da campanha de 2016 de Donald Trump para o presidente dos Estados Unidos, de janeiro de 2015 a junho de 2016.
Corey Lewandowski presta juramento para depor em comissão da Câmara dos EUA, nesta terça-feira (17/09/2019).
Corey R. Lewandowski é um político americano, lobista e comentarista político. Ele foi comentarista político da One America News Network, da Fox News e da CNN, bem como gerente de campanha da campanha de 2016 de Donald Trump para o presidente dos Estados Unidos, de janeiro de 2015 a junho de 2016.
Corey Lewandowski presta juramento para depor em comissão da Câmara dos EUA, nesta terça-feira (17/09/2019).

Corey Lewandowski, ex-chefe de campanha e amigo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu vigorosamente o antigo chefe e atacou deputados democratas, nesta terça-feira (17/09/2019), durante depoimento a um comitê parlamentar que cogita pedir o impeachment de Trump.

“Nós, como nação, estaríamos melhor servidos se autoridades eleitas como vocês concentrassem seus esforços ao combate das verdadeiras crises que nosso país enfrenta, ao invés de se perderem em especulações, como nesta audiência”, disse Lewandowski em comentários por escrito ao Comitê Judiciário da Câmara dos Deputados, sob controle dos democratas, que foram divulgados antes da audiência.

Na segunda-feira, a Casa Branca orientou Lewandowski a não debater conversas que teve com Trump depois de ele se tornar presidente, incluindo uma que democratas veem como indício de que Trump cometeu obstrução de Justiça ao tentar interferir com uma investigação federal e de que pode ser necessário afastá-lo.

Lewandowski foi a primeira testemunha de impeachment a comparecer diante do comitê desde que o ex-procurador especial Robert Mueller depôs em julho a respeito de seu inquérito, que detalhou a interferência da Rússia na eleição de 2016 e as ações de Trump para impedir a investigação.

Em seu depoimento, Lewandowski disse não se lembrar de ter tido qualquer conversa com “entidades estrangeiras” sobre uma oferta de ajuda para manipular o resultado da eleição.

Lewandowski ainda refutou a investigação federal sobre a interferência russa na eleição de 2020.

*Com informações de David Morgan, Agência Reuters.

Redação do Jornal Grande Bahia
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