Diversidade e inclusão social estiveram presentes durante 44ª Exposição Agropecuária de Feira de Santana

Milhares de crianças foram levadas ao parque pelos pais ou parentes próximos; expectativa inicial era de que o parque receberia a visita de 180 mil pessoas.
Milhares de crianças foram levadas ao parque pelos pais ou parentes próximos; expectativa inicial era de que o parque receberia a visita de 180 mil pessoas.
Milhares de crianças foram levadas ao parque pelos pais ou parentes próximos; expectativa inicial era de que o parque receberia a visita de 180 mil pessoas.
Milhares de crianças foram levadas ao parque pelos pais ou parentes próximos; expectativa inicial era de que o parque receberia a visita de 180 mil pessoas.

Tradicionalmente, o feriado de 7 de setembro é um dos dias que o Parque de Exposição João Martins da Silva recebe um dos seus melhores públicos durante a Exposição Agropecuária de Feira de Santana.

“Mas o que a gente viu neste sábado ninguém estava esperando. Foi, sem dúvidas, o melhor público dos últimos anos para o feriado”, afirmou o secretário de Agricultura, Joedilson Freitas.

Milhares de crianças foram levadas ao parque pelos pais ou parentes próximos. “O que se viu foi um dia da família no parque de exposição”, comenta o secretário.

A expectativa inicial era de que o parque receberia a visita de 180 mil pessoas. “Mas pela movimentação, estes números serão redimensionados. Quem vem ao parque todos os anos deve ter observado a quantidade de visitantes”.

As pessoas começaram a chegar ao logo depois dos desfiles cívico-militares. O parque ficou lotado até por volta das 20 horas, quando as pessoas começaram a voltar para as suas casas.

Na principal avenida do equipamento, que começa no Caminho da Roça e termina na saída, a circulação foi intensa durante todo o dia. Em alguns pontos, como na área de aluguel de pôneis, pode-se ver congestionamento de pessoas.

“Como tenho uma vida corridas, a gente aproveita um feriado para ficar juntos”, disse Noemia do Santos, que levou o filho Caio, 5 anos, para o passeio. “A gente se divertiu, mas acredito que ele mais do que gostou deste dia”.

Jeferson de Jesus disse que aproveitou o sábado sem trabalho para levar a filha Romana ao parque e ao desfile, na Presidente Dutra. “Foi um dia de lazer que incluiu uma visita aos animais da Expofeira”.

A abertura da mostra e o seu encerramento, uma semana depois, são dias que levam um grande e animado público ao local. E neste ano parece que não vai ser diferente.

Parque de Exposição também é espaço de inclusão social

Durante a Exposição Agropecuária de Feira de Santana (Expofeira 2019), o Parque de Exposição João Martins da Silva também se torna um espaço de inclusão social. Pessoas com deficiência tem a oportunidade de ter um contato direto com animais, além do entretenimento diante da variedade de opções que a maior mostra agropecuária do interior da Bahia oferece.

Pacientes do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS II-Oscar Marques) estiveram na tarde de quinta-feira (5) visitando o local. Estavam acompanhados por uma equipe composta pela pedagoga Lucinete de Souza Conceição Bastos; assistente social, Alexandra Bastos Santana; e pelo assistente administrativo, Josenilson de Almeida Santos.

Na oportunidade, além de visitarem vários espaços instalados no Parque, os pacientes estiveram no estande da Secretaria Municipal de Comunicação Social, onde fizeram várias fotos dos painéis das obras realizadas pelo Governo Municipal, além das selfies no painel EU AMO FEIRA.

De acordo com Lucinete de Souza, a presença dos pacientes no Parque é muito importante, especialmente por serem moradores de residências terapêuticas. “O CAPS sempre realiza passeios às praias e todos os anos estamos presentes na Expofeira, porque é uma forma de terapia, É também uma pratica social, onde esses pacientes conhecem os animais, interagem com outras pessoas. E já estão até acostumados com a Expofeira, pois já sabem a data e incluem na rotina deles”, ressaltou Lucinete.

Crianças assistidas pela APAE também marcam presença

Cerca de 14 crianças especiais assistidas pela APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) também estiveram na tarde de quinta-feira (5) visitando a Expofeira. De acordo com a presidente da APAE, Edna Queiroz, a interatividade é o aspecto mais importante.

“Nada como sair daquele espaço fechado que é a escola. Uma atividade dessa é muito importante. Geralmente todos os anos nós trazemos esses cadeirantes para interagir aqui dentro, tirando fotos e levando eles para perto dos animais, que gostam bastante”, observa Edna.

Para Cristiane Ferreira Melo, mãe de uma das alunas da APAE, a presença no Parque de Exposição estimula a socialização. “É muito importante porque ela se socializa com as pessoas em primeiro lugar, e com os animais também, inclusive para perder o medo. É tipo uma terapia neste sentido, além de estimulá-la a ter uma liberdade e criar um vínculo com o mundo”, concluiu.

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