Secretário municipal Antônio Carlos Júnior refuta críticas ao Centro Comercial Popular de Feira de Santana; Advogado de Associação dos Vendedores Ambulantes apresentou denúncia no plenário da CMFS

Secretário municipal Antônio Carlos Borges Junior é responsável pela concepção e gestão, por meio de Parceria Público Privada, do empreendimento Centro Comercial Popular de Feira de Santana.
Secretário municipal Antônio Carlos Borges Junior é responsável pela concepção e gestão, por meio de Parceria Público Privada, do empreendimento Centro Comercial Popular de Feira de Santana.
Secretário municipal Antônio Carlos Borges Junior é responsável pela concepção e gestão, por meio de Parceria Público Privada, do empreendimento Centro Comercial Popular de Feira de Santana.
Secretário municipal Antônio Carlos Borges Junior é responsável pela concepção e gestão, por meio de Parceria Público Privada, do empreendimento Centro Comercial Popular de Feira de Santana.

“O Centro Comercial Popular de Feira de Santana é um projeto amplamente discutido com os vendedores ambulantes e seus representantes em várias e longas audiências públicas; com os dirigentes de entidades de classes e o Conselho de Desenvolvimento Econômico e com a Câmara de Vereadores, com quem também compartilhamos os debates”. A declaração é do secretário de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico do Município, Antonio Carlos Borges Júnior.

Ele se refere a críticas e especulações feitas nesta quarta-feira (08/08/2019) sobre a obra na região do Centro de Abastecimento, proferidas pelo advogado criminalista Rodrigo Lemos, representante Associação Feirense dos Vendedores Ambulantes (AFEVA), durante pronunciamento no plenário da Câmara Municipal de Feira de Santana (CMFS) e em entrevistas concedidas a vários veículos de comunicação.

De acordo com Borges Júnior, o projeto teve a participação não apenas da sociedade civil, do Poder Legislativo e dos camelôs, diretamente interessados. Também passou pelo crivo do Ministério Público, inclusive em apreciação de denúncias feitas por oposicionistas.

Sobre as acusações do advogado, as vésperas da entrega do empreendimento, ameaçando acionar a Justiça, o secretário informa que não há preocupação com isto. “Todos tem direitos e deveres perante o contrato e também à lei: Poder público, o consórcio de empresas envolvido na obra e os comerciantes que venham a se estabelecer no entreposto. E todos devem cumprir o que lhes cabe”, diz o secretário.

A meta da Prefeitura é retirar 1.800 vendedores ambulantes das ruas e leva-los para o Centro Comercial Popular. Com isto, organizar o centro da cidade. Ao final do período de concessão, 30 anos, o equipamento retorna para o patrimônio do Município.

Redação do Jornal Grande Bahia
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