Morrem ex-ministro Roberto Gusmão e Júlio Bueno ex-presidente do INMETRO no Rio de Janeiro

O registro de 1985 da reunião entre o presidente José Sarney e Roberto Gusmão e a capa da Revista Veja com o ministro da Indústria e Comércio do Governo Sarney.
O registro de 1985 da reunião entre o presidente José Sarney e Roberto Gusmão e a capa da Revista Veja com o ministro da Indústria e Comércio do Governo Sarney.
O registro de 1985 da reunião entre o presidente José Sarney e Roberto Gusmão e a capa da Revista Veja com o ministro da Indústria e Comércio do Governo Sarney.
O registro de 1985 da reunião entre o presidente José Sarney e Roberto Gusmão e a capa da Revista Veja com o ministro da Indústria e Comércio do Governo Sarney.

O ex-ministro da Indústria e Comércio Roberto Gusmão morreu no sábado (17/08/2019), em São Paulo, aos 96 anos, de causas naturais. Mineiro de Belo Horizonte, Gusmão foi ministro de 1985 a 1986.

Foi suplente de vereador na Câmara dos Vereadores de São Paulo, e chegou a exercer o mandato em 1965, na ausência do titular, vereador Odon Pereira. Tornou-se membro do diretório estadual do PTB e foi cassado pelo Ato Institucional n°2, em 1965, quando exercia o cargo de procurador da Justiça do Trabalho no Tribunal Regional do Trabalho, em São Paulo.

Em março de 1966, foi um dos fundadores do Partido do Movimento Democrático Brasileiro, hoje MDB. Foi um dos principais articuladores da candidatura presidencial de Tancredo Neves no Colégio Eleitoral e, em janeiro de 1985, assumiu o Ministério da Indústria e do Comércio (MIC).

Morre Júlio Bueno ex-presidente do Inmetro no Rio de Janeiro

O ex-presidente do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e da BR Distribuidora, Julio Bueno, morreu no domingo (18/08/2019), em sua residência, no Rio de Janeiro, vítima de infarto fulminante.

Funcionário de carreira da Petrobras, de onde se aposentou em 2016, Bueno foi secretário de Fazenda no governo Luiz Fernando Pezão e secretário de Desenvolvimento Econômico no governo Sergio Cabral Filho. Após sair da esfera pública, dedicava-se à consultoria. Em 2017, publicou com a jornalista Jacqueline Farid o livro Rio em Transe – No Núcleo da Crise, que narra os acontecimentos que resultaram na pior crise financeira que o estado do Rio de Janeiro enfrentou.

Em sua página no ‘Facebook’, Jacqueline Farid mandou mensagem ao ex-secretário, que assessorou no governo fluminense: “Julio Bueno, meu grande amigo, meu amado parceiro. Por que partir tão cedo? Por que não tomamos aquele chope a tempo? Por que eu não te abracei ontem e te disse mais uma vez o quanto te amo e como é enorme a minha gratidão e amizade? Vou morrer de saudade”.

Apaixonado pelo Fluminense, Júlio Bueno tinha 64 anos e deixa dois filhos e três netas. O velório será realizado amanhã (19), das 10h às 11h, na Capela 7 do Memorial do Carmo, no Caju, zona portuária do Rio de Janeiro.

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