Feira de Santana: Vereador expõe ligação entre Tergilene e empresário investigado em São Paulo

Roberto Tourinho: estamos convivendo com quadrilha. Esses elementos deveriam estar em Bangu I. Não queremos impedir o funcionamento do shopping, queremos que as coisas funcionem de forma respeitosa com a população.
Roberto Tourinho: estamos convivendo com quadrilha. Esses elementos deveriam estar em Bangu I. Não queremos impedir o funcionamento do shopping, queremos que as coisas funcionem de forma respeitosa com a população.
Roberto Tourinho: estamos convivendo com quadrilha. Esses elementos deveriam estar em Bangu I. Não queremos impedir o funcionamento do shopping, queremos que as coisas funcionem de forma respeitosa com a população.
Roberto Tourinho: estamos convivendo com quadrilha. Esses elementos deveriam estar em Bangu I. Não queremos impedir o funcionamento do shopping, queremos que as coisas funcionem de forma respeitosa com a população.

Em setembro de 2017, a Câmara Municipal da cidade de São Paulo instaurou a CPI da Feira da Madrugada e solicitou a quebra do sigilo fiscal e bancário do empresário chinês Zhu Surong, sócio da Talismã Fundo de Investimento em Participações, que junto com a Mais Invest Empreendimentos e Incorporações S/A obtiveram a concessão por 35 anos da obra pública para a implantação, operação, manutenção e exploração econômica do Circuito das Compras, nas regiões do Brás, Bom Retiro, Santa Ifigênia e rua 25 de março em São Paulo.

Hoje, 27 de agosto de 2019, o vereador Roberto Tourinho (PV) noticiou este acontecimento durante a sessão ordinária, desta terça-feira, na Câmara Municipal de Feira de Santana, ao associar a ligação dos empresários Zhu Surong e Elias Tergilene, responsável pelo consórcio que administra o Centro Comercial Popular, o “Shopping Popular”.

Munido de provas, Tourinho apresentou um documento que mostra abertura de uma empresa em nome de Tergilene e Surong, aqui em Feira de Santana em 2015. “Chamei ele de malandro e tenho como provar. O chinês disse ter investido R$ 13,5 milhões no Consórcio Circuito de Compras. Coincidentemente o mesmo valor que a Prefeitura disponibilizou para a construção do Shopping Popular”, informou o edil.

O parlamentar disponibilizou os dados da empresa para os presentes e solicitou que o líder do governo e os vereadores da base procurem averiguar a fundo o caso.

“Estamos convivendo com quadrilha. Esses elementos deveriam estar em Bangu I. Não queremos impedir o funcionamento do shopping, queremos que as coisas funcionem de forma respeitosa com a população. Todos os requerimentos que solicitamos os vereadores aliados a este governo barram. Abram o olho. Eles não estão do seu lado”, alertou.

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