Construtora Camargo Corrêa assina acordo de leniência com AGU e CGU

A Polícia Federal (PF) deflagrou em 17 de março de 2014 a Operação Lava Jato, com o objetivo de desarticular organizações criminosas que tinham como finalidade o desvio e a lavagem de dinheiro no âmbito da Petrobras. A estimativa é de um prejuízo aproximado de R$ 19 bilhões. A ação da PF se tornou uma força-tarefa com o envolvimento de outros órgãos como Ministério Público Federal e a Receita Federal. Os investigados são executivos, ex-executivos e donos de empreiteiras, operadores do esquema, ex-diretores e ex-gerentes da Petrobras, doleiros, ex-deputados, parlamentares e um ex-tesoureiro de partido, além de dezenas de pessoas que exerceriam outros papéis no esquema. O juiz federal Sérgio Moro é o responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância do Judiciário.
Construtora Camargo Corrêa assina acordo de leniência.
A Polícia Federal (PF) deflagrou em 17 de março de 2014 a Operação Lava Jato, com o objetivo de desarticular organizações criminosas que tinham como finalidade o desvio e a lavagem de dinheiro no âmbito da Petrobras. A estimativa é de um prejuízo aproximado de R$ 19 bilhões. A ação da PF se tornou uma força-tarefa com o envolvimento de outros órgãos como Ministério Público Federal e a Receita Federal. Os investigados são executivos, ex-executivos e donos de empreiteiras, operadores do esquema, ex-diretores e ex-gerentes da Petrobras, doleiros, ex-deputados, parlamentares e um ex-tesoureiro de partido, além de dezenas de pessoas que exerceriam outros papéis no esquema. O juiz federal Sérgio Moro é o responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância do Judiciário.
Construtora Camargo Corrêa assina acordo de leniência.

A Advocacia-Geral da União (AGU) e a Controladoria-Geral da União (CGU) anunciaram, nesta quarta-feira (31/07/2019), a assinatura de um acordo de leniência com a empresa Camargo Corrêa, investigada na Operação Lava Jato. Pelo acordo, a empresa terá que pagar R$ 1,4 bilhão até janeiro de 2038 pelos prejuízos causados aos cofres públicos.

O montante será devolvido às empresas públicas lesadas e ao governo federal, em função dos desvios de recursos públicos, provocados por contratos fraudulentos firmados pela Camargo Correa.

Pelo contrato, a empresa fica obrigada aprimorar a prevenção de atos ilícitos em sua gestão. Em caso descumprimento, a AGU poderá cancelar o acordo e pedir a execução antecipada da dívida, entre outras penalidades.

A possibilidade de empresas investigadas assinarem acordos de leniência está prevista na Lei Anticorrupção. O acordo pode ser celebrado com empresas que colaborarem na investigação do processo administrativo instaurado para apurar desvios.

De acordo com a lei, as empresas investigadas deverão identificar os envolvidos em irregularidades para receber, em troca, redução nas punições administrativas, como a diminuição de dois terços de multa, além de não serem declaradas inidôneas para assinar novos contratos com o Poder Público.

*Com informações da Agência Brasil.

Redação do Jornal Grande Bahia
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