PSOL do Rio de Janeiro pede investigação do vereador Carlos Bolsonaro por contratações suspeitas, revela Revista Época

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Requerimento do PSOL para instauração de processo disciplinar contra o vereador Carlos Bolsonaro (PSL) foi apresentado nesta quinta no plenário da Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
Requerimento do PSOL para instauração de processo disciplinar contra o vereador Carlos Bolsonaro (PSL) foi apresentado nesta quinta no plenário da Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
Requerimento do PSOL para instauração de processo disciplinar contra o vereador Carlos Bolsonaro (PSL) foi apresentado nesta quinta no plenário da Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
Requerimento do PSOL para instauração de processo disciplinar contra o vereador Carlos Bolsonaro (PSL) foi apresentado nesta quinta no plenário da Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

Reportagem de Juliana Dal Piva e Juliana Castro publicada na quinta-feira (27/06/2019) na Revista Época, revela que o vereador Tarcísio Motta (PSOL) apresentou nesta quinta-feira (27), no plenário da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, um requerimento de instauração de processo disciplinar contra o vereador Carlos Bolsonaro (PSC) para apurar denúncias de que o parlamentar empregou assessores fantasmas ou em desvio de função em seu gabinete.

No requerimento, o vereador cita a reportagem de ÉPOCA da semana passada que mostrou que Ana Cristina Siqueira Valle, ex-mulher de Jair Bolsonaro, foi assessora-chefe no gabinete do vereador e contratou mais sete familiares — alguns deles nem sequer moravam no Rio.

Marta da Silva Valle, cunhada de Ana Cristina, sempre morou em Juiz de Fora,  em Minas Gerais. Questionada pela Revista Época, ela disse: “não trabalhei em gabinete nenhum. Foi a minha família lá  que trabalhou, mas eu não”. Além de Marta, Gilmar Marques, ex-cunhado de Ana Cristina, mora em Rio Pomba, também em Minas Gerais e disse desconhecer sua nomeação na Câmara e negou o recebimento de salário.

O vereador cita no requerimento ainda o caso da aposentada Nadir Góes, 70 anos, reportado pelo jornal Folha de S.Paulo . Moradora de Magé, ela disse que “nunca trabalhou” para o Carlos.

No documento, Motta defende que essas práticas são “incompatíveis com o decoro parlamentar e configuram, em tese, crimes de peculato e falsidade ideológica, ilícitos administrativos e eleitorais, bem como improbidade administrativa”. Para ser admitido pelo Conselho, o requerimento precisa da assinatura de 21 vereadores.

Após a leitura do requerimento, o vereador Carlos Bolsonaro escreveu no Twitter que “o PSOL, braço do PT, entrará no Conselho de Ética alegando eu ter funcionários fantasmas baseados em notícias de jornal. Terão que provar! O regimento interno, a lei orgânica e fatos reais são soberanos! Eles sabem disso! Bastaria se informar! Próxima!”.

A revista Época informa que tentou diversas vezes falar com o Carlos Bolsonaro sobre o assunto, mas jamais obteve retorno antes e depois da publicação da reportagem.

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