O desgoverno Bolsonaro é notório, diz senador Paulo Rocha; Economia caminha para depressão e patrimônio público está sendo dilapidado

O senador Paulo Rocha aponta que a economia caminha para uma depressão e que o patrimônio nacional, principalmente nas áreas de petróleo, bancos e mineração, está sendo dilapidado pelo governo.
O senador Paulo Rocha aponta que a economia caminha para uma depressão e que o patrimônio nacional, principalmente nas áreas de petróleo, bancos e mineração, está sendo dilapidado pelo governo.
O senador Paulo Rocha aponta que a economia caminha para uma depressão e que o patrimônio nacional, principalmente nas áreas de petróleo, bancos e mineração, está sendo dilapidado pelo governo.
O senador Paulo Rocha aponta que a economia caminha para uma depressão e que o patrimônio nacional, principalmente nas áreas de petróleo, bancos e mineração, está sendo dilapidado pelo governo.

O senador Paulo Rocha (PT-PA) fez um balanço nesta segunda-feira (01/07/2019), em Plenário, dos seis primeiros meses do governo federal. Para o parlamentar a economia está decadente e caminha para depressão. Segundo ele, o desgoverno do presidente Jair Bolsonaro é notório.

— Estão aí as insatisfações nas ruas, está aí a polarização na política, está aí o desânimo de setores da economia brasileira e está aí a perplexidade diante das revelações ocultas da chamada Operação Lava Jato — disse.

Ele destacou ainda o aviltamento da soberania nacional, com a entrega do patrimônio brasileiro.

— Do mesmo modo, o nosso patrimônio está sendo dilapidado pelo governo, está sendo entregue a interesse de outros países, notadamente aos norte-americanos. O pré-sal, as subsidiárias da Petrobras e as minas de urânio, sem falar nos bancos públicos, que estão sendo esvaziados, na perspectiva de serem privatizados — enumerou.

— Os fatos demonstram esta triste realidade: a retração de 0,2% do produto bruto no primeiro semestre – o PIB cai pela 17ª vez, levando nossa economia para o buraco; a redução dos recursos discricionários da educação em cerca de 44%; queda dos investimentos federais em quase 30 bilhões; perda de 8 bilhões no orçamento federal da saúde; o desmonte de um dos mais exitosos programas na área da saúde básica, o Mais Médicos; aumento da desigualdade de renda dos trabalhadores no primeiro semestre; a população em condições precárias é recorde: 28,4 milhões de pessoas, englobando as pessoas desocupadas, as que desistiram de procurar emprego e as que trabalham menos de 40 horas semanais e que gostariam de trabalhar mais. O desemprego também aumentou, já chegamos à terrível marca de 12,5%, mais de 13 milhões de pessoas desempregadas. O aumento da dívida bruta do Governo representa 78,8% do PIB brasileiro. — relatou.

*Com informações da Agência Senado.

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Redação do Jornal Grande Bahia
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