Feira de Santana: Atendimentos a vítimas de explosão, em simulado do SAMU, chamou a atenção no Distrito de Maria Quitéria

IV Grande Simulado Junino do SAMU abordou o tema ‘O risco de estocar fogos em residências’, por se tratar de um costume muito comum neste período de festejos juninos.
IV Grande Simulado Junino do SAMU abordou o tema ‘O risco de estocar fogos em residências’, por se tratar de um costume muito comum neste período de festejos juninos.
IV Grande Simulado Junino do SAMU abordou o tema ‘O risco de estocar fogos em residências’, por se tratar de um costume muito comum neste período de festejos juninos.
IV Grande Simulado Junino do SAMU abordou o tema ‘O risco de estocar fogos em residências’, por se tratar de um costume muito comum neste período de festejos juninos.

Animados, um grupo de jovens dança músicas juninas e de repente uma explosão acontece deixando pessoas com ferimentos graves e moderados. Tudo não passou de uma simulação feita pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e instituições parceiras nesta terça-feira (18/06/2019), no Distrito de Maria Quitéria, em Feira de Santana, mas as encenações chamaram a atenção de quem passou pela praça principal.

Estudantes, profissionais de saúde e segurança estiveram envolvidos no treinamento promovido pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Saúde, para preparar os profissionais em caso de situação de desastre.

Este ano o IV Grande Simulado Junino do SAMU abordou o tema “O risco de estocar fogos em residências”, por se tratar de um costume muito comum neste período de festejos juninos.

“Orientamos que a população acione o Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e SAMU caso ocorra sinistro como esse. O evento visa preparar as equipes para atuar em situações de desastre, principalmente situações incomuns de acontecer”, afirma a coordenadora do SAMU, Maiza Macedo.

Participando todos os anos do Simulado, a enfermeira do SAMU, Meuri Elen Argolo, acredita que a ação proporciona momento de aprendizado a todos os profissionais que participam. “Cada vez mais estamos aprendendo, atuando em uma situação fictícia, para pôr em prática caso necessário em uma situação real”, ressaltou a enfermeira.

O momento de aprendizado foi voltado também para os estudantes. A discente do curso de enfermagem, Lara Rebouças, participou pela terceira vez do evento encenando como vítima do desastre. Ela ressaltou a importância de ver a prática conciliar com a teoria. “Esse evento serve para articular as equipes, já que são temas de acontecimentos raros”, afirma.

As supostas vítimas foram classificadas pela gravidade por meio do método START (Simple Triage and Rapid Treatment), que é a avaliação da capacidade respiratória, a qualidade de perfusão periférica e o nível de consciência da vítima. Após essa avaliação, as vítimas são classificadas pelo estado de gravidade e cada categoria utiliza uma cor para fácil identificação no momento de evacuação e transporte da cena.

O simulado conta com o apoio de diversas instituições como Corpo de Bombeiros Civil e Militar, Defesa Civil, Exército, Guarda Municipal, Home Attend, Polícia Militar, Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Secretaria de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico de Feira de Santana, Superintendência Municipal de Trânsito e Via Bahia.

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