Câmara Municipal debate denúncia de irregularidade na comercialização dos boxes do Shopping Popular de Feira de Santana

Gerusa Sampaio: a Casa, por meio da corregedoria, apurou o caso a fundo colhendo os depoimentos e averiguando as provas.
Gerusa Sampaio: a Casa, por meio da corregedoria, apurou o caso a fundo colhendo os depoimentos e averiguando as provas.
Gerusa Sampaio: a Casa, por meio da corregedoria, apurou o caso a fundo colhendo os depoimentos e averiguando as provas.
Gerusa Sampaio: a Casa, por meio da corregedoria, apurou o caso a fundo colhendo os depoimentos e averiguando as provas.

Em abril deste ano o vereador Luiz Ferreira Dias (Luiz da Feira, PPL), denunciou na Câmara Municipal de Feira de Santana a venda de boxes do Shopping Popular para lojistas da cidade.

Em resposta ao pronunciamento do vereador, o empresário e diretor do consórcio que administra o shopping, Elias Tergilene, acusou o edil de tentativa de extorsão e informou que iria denunciar o vereador no Ministério Público.

Em virtude das denúncias, o presidente da Câmara José Carneiro (PSDB) designou a corregedoria da Casa, para colher depoimentos de ambas as partes.

Hoje, 19 de junho, durante a sessão ordinária a corregedora, vereadora Gerusa Sampaio (DEM) apresentou o relatório de apuração dos fatos, que continham os depoimentos de Luiz da Feira e Elias Tergilene.

“A Casa, por meio da corregedoria, apurou o caso a fundo colhendo os depoimentos e averiguando as provas”, explicou Gerusa, antes de fazer a leitura dos depoimentos.

“Eu não fui a São Paulo para conversar com o empresário. Fui participar de um curso para vereadores e a convite dele fui ao seu escritório. Estando lá, questionei sobre as vendas dos boxes”, disse Luiz.

“O vereador mentiu, nenhum boxe foi comercializado. Ele que foi até o meu escritório pediu 250 boxes para a associação de ambulantes comercializar. Eu obviamente neguei porque minhas ações são pautadas dentro da lei”, depôs Tergilene.

Antes de apresentar a conclusão do relatório, a vereadora disse que o empresário manteve a acusação, mas não apresentou nenhuma prova.

“A Comissão da Corregedoria, por unanimidade, sugere ao presidente da Câmara Municipal e a Mesa Diretiva o arquivamento dos autos por não haver elementos fáticos suficientes”, leu a corregedora.

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