Editorial: Retrocesso e desgoverno do presidente Jair Bolsonaro e o conceito do quadrinômio deseducar, desempregar, oprimir e envenenar

Presidente Jair Bolsonaro comemora 100 dias de retrocesso e desgoverno do Brasil.

Presidente Jair Bolsonaro comemora 100 dias de retrocesso e desgoverno do Brasil.

O que Jair Bolsonaro (PSL-RJ) comemorou como avanço nos 100 dias na presidência da República, na prática, se configura como retrocesso e desgoverno da gestão que conduz. Em síntese, trata-se de uma gestão marcada pela demência na apologia aos ditadores e regimes ditatoriais, psicopatia em defesa do uso de armas, e destruição da educação pública por falta de projeto de Estado.

As deletérias práticas do Governo Bolsonaro são acrescidas do retrocesso na economia, através da política de desinvestimento e desindustrialização; destruição ambiental, decorrente da política de exploração desmedida de reservas ambientais e de territórios dos povos tradicionais; envenenamento da população, com a liberação de cerca de 100 diferentes tipos de agrotóxicos; e opressão do povo, com a concessão da licença para matar.

No contexto, o país, desde a política liberal adotada pelo governo do usurpador Michel Temer (MDB-SP), amplia a desigualdade, destrói o meio ambiente, empobrece o povo e subordina, de forma violenta, a classe trabalhadora aos interesses do Capital Internacional.

Por fim, o quadrinômio deseducar, desempregar, oprimir e envenenar sintetiza a tragédia do governo conduzido por um analfabeto funcional.

*Carlos Augusto é jornalista e cientista social.

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Perfil do Autor

Carlos Augusto
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518), Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (SINJORBA), Associação Brasileira de Imprensa (ABI Nacional, Matrícula nº E-002907) e Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).