Venezuela adere a moeda virtual em meio à crise com hiperinflação

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Nicolás Maduro, presidente da Venezuela.
Nicolás Maduro, presidente da Venezuela.
Nicolás Maduro, presidente da Venezuela.
Nicolás Maduro, presidente da Venezuela.

A população da Venezuela começou a usar moedas virtuais para pagar por alimentos e outros itens de necessidade, enquanto a turbulência política empurra a nação para uma crise mais profunda.

A hiperinflação assola a economia, em meio ao conflito em andamento entre o presidente, Nicolás Maduro, e o líder oposicionista Juan Guaidó, com apoio americano. A escassez de alimentos e de remédios continua a provocar o aumento descontrolado dos preços. Segundo a oposição, a inflação venezuelana atingiu a taxa anualizada de 2,29 milhões em fevereiro.

O uso dos principais cartões de crédito foi limitado e um crescente número de lojas está aceitando apenas a moeda americana. Especialistas afirmam que as circunstâncias provocaram o uso de criptomoedas pela população.

O grupo de um setor industrial declarou que o dinheiro digital, ou moeda virtual, está sendo usado em mais de 2.500 estabelecimentos na Venezuela, incluindo restaurantes e supermercados. O grupo afirma que o número de lojas aceitando criptomoedas deve triplicar para 7.500 até o final do ano. A previsão é que o número de usuários chegue a cerca de 10 mil pessoas.

*Com informações da Deutsche Welle (agência pública da Alemanha).

Sobre Carlos Augusto 9644 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).