Rio de Janeiro: Novo delegado assume investigação do caso Marielle Franco

Marielle Francisco da Silva (Marielle Franco) era vereadora do Município do Rio de Janeiro pelo PSOL e presidente da Comissão da Mulher da Câmara Municipal. No dia 14 março de 2018, ela foi assassinada em um atentado ao carro onde estava, 13 tiros atingiram o veículo, matando, também, o motorista Anderson Pedro Gomes.
Marielle Francisco da Silva (Marielle Franco) era vereadora do Município do Rio de Janeiro pelo PSOL e presidente da Comissão da Mulher da Câmara Municipal. No dia 14 março de 2018, ela foi assassinada em um atentado ao carro onde estava, 13 tiros atingiram o veículo, matando, também, o motorista Anderson Pedro Gomes.
Marielle Francisco da Silva (Marielle Franco) era vereadora do Município do Rio de Janeiro pelo PSOL e presidente da Comissão da Mulher da Câmara Municipal. No dia 14 março de 2018, ela foi assassinada em um atentado ao carro onde estava, 13 tiros atingiram o veículo, matando, também, o motorista Anderson Pedro Gomes.
Marielle Francisco da Silva (Marielle Franco) era vereadora do Município do Rio de Janeiro pelo PSOL e presidente da Comissão da Mulher da Câmara Municipal. No dia 14 março de 2018, ela foi assassinada em um atentado ao carro onde estava, 13 tiros atingiram o veículo, matando, também, o motorista Anderson Pedro Gomes.

A elucidação do assassinato da vereadora Marielle Franco e de Anderson Gomes – crime que causou repercussão no país e no mundo – é o principal compromisso da Delegacia de Homicídios da Capital (DH-Capital), disse segunda-feira (25/03/2019), Daniel Rosa, o novo chefe da divisão, ao tomar posse. Suspeitos de executar a vereadora e seu motorista foram presos às vésperas do crime completar um ano, em (14/03/2018). O mandante e a motivação do crime permanecem desconhecidos.

O desdobramento do caso faz parte da segunda etapa da investigação e contará com “o mesmo tratamento e tecnologia” utilizados na etapa anterior, garantiu Rosa. Por meio do cruzamento de dados dos celulares dos suspeitos, no local do crime, foi possível identificá-los.

“Nessa investigação, em especial, serão aplicadas todas as técnicas que já vinham sendo feitas pela Polícia Civil e vamos seguir”, declarou Rosa, no evento de posse. “[Quem mandou executar Marielle e Anderson?] Essa é a pergunta que todos querem uma resposta”.

Segundo o delegado, desde que a mudança no comando foi anunciada, policiais vêm trabalhando na transição para que nenhuma investigação seja prejudicada. Novos passos do caso Marielle, especificamente, serão mantidos em sigilo. “Não tem como precisar o tempo [da resolução]. Se é um ano, seis meses, dois anos. Trabalharemos arduamente”.

O delegado Daniel Rosa assume a DH com a saída de Giniton Lages, que fará um curso de especialização no exterior. O secretário da Polícia Civil Marcus Vinicius Braga, deu boas vindas ao novo chefe, oferecendo apoio nas investigações.

*Com informações da Agência Brasil.

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