Escolas particulares devem contratar nutricionistas, defende Conselho

Os aspectos técnicos da alimentação escolar devem ser definidos por nutricionistas profissionais, defende Conselho da Categoria.
Os aspectos técnicos da alimentação escolar devem ser definidos por nutricionistas profissionais, defende Conselho da Categoria.
Os aspectos técnicos da alimentação escolar devem ser definidos por nutricionistas profissionais, defende Conselho da Categoria.
Os aspectos técnicos da alimentação escolar devem ser definidos por nutricionistas profissionais, defende Conselho da Categoria.

A alimentação escolar é de suma importância para o processo de aprendizagem e rendimento educacional, além de promover hábitos saudáveis também em casa. Para uma melhor qualidade e atendimento às necessidades nutricionais, a presença de um profissional especializado nas instituições de ensino é fundamental, mas ainda não é garantido na sua integralidade. Visando a obrigatoriedade na contratação desses profissionais também nas escolas privadas de educação infantil, regular e integral, uma comissão formada por representantes da categoria solicitou o apoio do deputado estadual, Rosemberg Pinto. O parlamentar acolheu a proposta de criação de um Projeto de Lei, trazida pelos nutricionistas, e reconheceu a importância na promoção da saúde e desenvolvimento dos estudantes. “É atribuição do nutricionista promover uma maior conscientização do consumo alimentar adequado e o bem estar”, justifica o parlamentar.

A representante do Conselho Regional de Nutricionista, Amanda Ornelas, ressalta a importância de uma criança bem nutrida e alimentada para um bom rendimento escolar. “No caso das escolas de ensino integral, que produzem, recebem e distribuem alimentos, o risco de contaminação é ainda maior, daí a necessidade de um profissional habilitado para acompanhar essas etapas, garantindo a segurança alimentar. Dessa forma, a criança terá acesso a um alimento seguro e que consiga suprir as suas necessidades”, considera. Ainda segundo ela, a obrigatoriedade na contratação tem respaldo na Lei 13666/2018, que exige a inclusão da educação alimentar e nutricional no ensino básico das escolas.

Vale ressaltar atuação do profissional não se restringe à preparação de cardápios, mas também ao trabalho para a especificação de alimentos, adequação às peculiaridades de cada escola ou ao potencial produtivo da região, além de definir as quantidades, para evitar desperdícios no momento da compra.

Na rede pública, o profissional já é legalmente habilitado para supervisionar, coordenar e controlar a execução de programas de alimentação escolar, geridos por governos e municípios. Cumpre a esses profissionais o recebimento dos produtos; armazenamento dos gêneros alimentícios; pré-preparo, preparo e distribuição das refeições; higienização e controle de qualidade. A atuação é garantida pela legislação atual, colocando o nutricionista como o responsável técnico (RT) junto ao governo federal, especialmente na elaboração de cardápios. O Conselho Federal dos Nutricionistas (CFN) também garante essa atuação, por meio de resoluções específicas.

Redação do Jornal Grande Bahia
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