Editorial: O povo vai às ruas contra o fascismo do Governo Bolsonaro; ‘Ditadura Nunca Mais’, gritam manifestantes

Povo vais às ruas durante ato ‘Ditadura Nunca Mais’, contra o nazifascismo do governo do presidente Jair Bolsonaro, realizada em Belo Horizonte, em 31 de março de 2019.Povo vais às ruas durante ato ‘Ditadura Nunca Mais’, contra o nazifascismo do governo do presidente Jair Bolsonaro.
Povo vais às ruas durante ato ‘Ditadura Nunca Mais’, contra o nazifascismo do governo do presidente Jair Bolsonaro, em 31 de março de 2019.

Povo vais às ruas durante ato ‘Ditadura Nunca Mais’, contra o nazifascismo do governo do presidente Jair Bolsonaro.

A face do mal se revela diante do povo, a celebração do Golpe Civil-Militar de 1964 — ordenada pelo antípoda da democracia, dos direitos humanos e do meio ambiente Jair Bolsonaro — foi repudiada por milhares de brasileiros que possuem consciência histórica e não se deixam alienar pelo discurso de extrema-direita, cujo caráter nazifascista impera no desgoverno do membro do PSL do Rio de Janeiro.

As medidas tomadas pelo bolsonarismo ampliam a desigualdade social e colocam a Nação em torpor econômico. Sem projeto de Estado, com ideias que se posicionam no campo da demência, nomeações esdruxulas e discursos esquizofrênicos o Brasil vai sendo empurrado para o abismo da incerteza, cuja encruzilhada se forma entre a retirada do poder da República de um débil presidente, ou a instituição de um regime de repressão liderado por militares.

Sintomático o fato do ministro da InJustiça Sérgio Moro, cuja atuação como magistrado ter sido pontuada por graves violações ao Estado Democrático de Direito, fazer parte de um governo que celebra a derrubada da democracia e a instalação de um regime repressor. É a pessoa certa, no lugar certo e a história não poderia lhe conferir maior legitimidade, para ser o arauto deste totalitário desgoverno.

No contexto, atônitos, membros da elite despótica, do Poder Judiciário e do Congresso Nacional observam o poder esvair-se diante da possibilidade de coação pela força das armas, que pululam nas dezenas de nomeações de militares do Governo Bolsonaro.

Uma crise socioeconômica sem precedentes está se formando, em decorrência da paralisia da economia, que atinge níveis preocupantes. A este fato, soma-se o retrocesso dos contratos de exportação, que começaram a aparecer em função das estapafúrdias declarações do esquizofrênico Governo Bolsonaro e da falta de investimento estatal, além da paralisia do aparato do Estado Nacional.

O mal adquire forma. Ele corrompe valores e ideias. Ele esvazia o discurso da compaixão e intensifica o ódio de todos contra tudo. O mal expressa a palavra de Deus. Mas, como Mefistófeles, captura almas inocentes através da sedução das ideias simplórias para resolução de problemas complexos. Sendo um dos demônios mais cruéis, converte bons em maus e termina por incinerar o solo da Pátria.

A liberdade e o futuro da Nação, como sempre, está nas mãos do povo. Mas, este, precisa de líderes capazes de guiar diante da noite que aprisiona as almas em torpor coletivo.

Liberatti et gloria!

*Carlos Augusto é jornalista e cientista social.

Povo vais às ruas durante ato ‘Ditadura Nunca Mais’, contra o nazifascismo do governo do presidente Jair Bolsonaro, em 31 de março de 2019.

Povo vais às ruas durante ato ‘Ditadura Nunca Mais’, contra o nazifascismo do governo do presidente Jair Bolsonaro.

Povo vais às ruas durante ato ‘Ditadura Nunca Mais’, contra o nazifascismo do governo do presidente Jair Bolsonaro, em 31 de março de 2019.

Povo vais às ruas durante ato ‘Ditadura Nunca Mais’, contra o nazifascismo do governo do presidente Jair Bolsonaro.

Povo vais às ruas durante ato ‘Ditadura Nunca Mais’, contra o nazifascismo do governo do presidente Jair Bolsonaro, em 31 de março de 2019.

Povo vais às ruas durante ato ‘Ditadura Nunca Mais’, contra o nazifascismo do governo do presidente Jair Bolsonaro.

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About the Author

Carlos Augusto
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).