Ameaças dos EUA fortalecem espírito de união dos venezuelanos, diz ex-assessor de Hugo Chávez

Hugo Rafael Chávez Frias foi Presidente da Venezuela, de 1999 até a morte, em 2013. Líder da Revolução Bolivariana, Chávez advogava a doutrina bolivarianista, promovendo o que denominava de socialismo do século XXI.
Hugo Rafael Chávez Frias foi presidente da Venezuela, de 1999 até a morte, em 2013. Líder da Revolução, Chávez advogava a doutrina bolivariana, promovendo o socialismo do século XXI.
Hugo Rafael Chávez Frias foi Presidente da Venezuela, de 1999 até a morte, em 2013. Líder da Revolução Bolivariana, Chávez advogava a doutrina bolivarianista, promovendo o que denominava de socialismo do século XXI.
Hugo Rafael Chávez Frias foi presidente da Venezuela, de 1999 até a morte, em 2013. Líder da Revolução, Chávez advogava a doutrina bolivariana, promovendo o socialismo do século XXI.

O governo venezuelano elevou a moral de seus seguidores em meios às constantes ameaças de agressão dos EUA.

“As ameaças e práticas de aniquilação por parte dos EUA renovou o espírito do corpo e elevou a moral do povo para assumir a luta com plena disposição para vencer”, afirmou o analista militar reformado, William Izarra.

Izarra, que foi assessor do falecido Hugo Cháves entre 1999 e 2013, explicou que o perigo de uma agressão militar provocou a coesão nas filas do oficialismo.

“A ideia de uma invasão militar gera uma força infinita do nacionalismo para defender a pátria e todo seu território”, ressaltou Izarra.

Esta ideia conta com a mobilização dos seguidores do presidente Nicolás Maduro em todo o território nacional, mediante marchas, concentrações, treinamento, organização comunitária e difusão ideológica, sem contar que aproxima cada vez mais a coesão das Forças Armadas, das milícias (civis com treinamento militar) e dos setores que apoiam o governo.

Quando a oposição anunciou que pretendia para o país doações dos EUA, foi um dia determinante para o começo das operações militares e não militares da Casa Branca, considera Izarra.

“O dia ‘D’ se executa com base em um plano de ataque, taticamente característico, envolvente (fronteiras terrestres, marítima e aérea) e sob o método da ajuda humanitária que funcionaria como uma farsa operacional”, explicou.

Izarra também ressalta que a tática do Comando Sul ainda está em marcha e poderia ocorrer no momento em que os EUA considerarem mais apropriado, tendo em vista que não alcançaram seus objetivos no último dia 23 de fevereiro.

Além disso, no dia 23 de fevereiro de 2019, na cidade colombiana de Cúcuta, “os falcões e centros de inteligência” — que são os “assessores diretos” do presidente Donald Trump — se reuniram “para verificar o destacamento do dispositivo militar, não militar e terrorista batizado por observadores da revolução bolivariana como ‘operação alicate'”.

O analista militar, que foi um dos percussores da revolução bolivariana, acredita que o objetivo principal dos EUA é se apropriar das riquezas naturais da Venezuela, principalmente do petróleo, para aniquilar o governo de Maduro.

*Com informações da Sputnik Brasil.

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