Alta comissária da ONU alerta sobre crises na Venezuela e Nicarágua

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Verónica Michelle Bachelet Jeria é uma médica e política chilena, e ex-presidente da República do Chile. Bachelet ostentou a primeira magistratura do país entre o 11 de março de 2006 e 2010, e assumiu novamente o cargo em 11 de março de 2014 até 11 de março de 2018.
Michelle Bachelet: a situação na Venezuela ilustra claramente a maneira pela qual as violações dos direitos civis e políticos.
Verónica Michelle Bachelet Jeria é uma médica e política chilena, e ex-presidente da República do Chile. Bachelet ostentou a primeira magistratura do país entre o 11 de março de 2006 e 2010, e assumiu novamente o cargo em 11 de março de 2014 até 11 de março de 2018.
Michelle Bachelet: a situação na Venezuela ilustra claramente a maneira pela qual as violações dos direitos civis e políticos.

Ao apresentar quarta-feira (06/03/2019) o relatório anual ao plenário do Conselho de Direitos Humanos da na Organização das Nações Unidas em Genebra, a alta comissária para Direitos Humanos, Michelle Bachelet, concentrou as atenções nas crises que atingem a Venezuela e Nicarágua. Também mencionou a situação dos imigrantes nos Estados Unidos.

Segundo Michelle Bachelet, as novas regras norte-americanas limitam o acesso ao asilo e obrigam os solicitantes a esperar no México, ações que preocupam. De acordo com ela, há violações dos direitos civis, na Venezuela, enquanto na Nicarágua, é preciso retomar o diálogo entre o governo Daniel Ortega, a oposição e a sociedade civil.

“A situação na Venezuela ilustra claramente a maneira pela qual as violações dos direitos civis e políticos, incluindo a falta de defesa das liberdades fundamentais e a independência das instituições essenciais, podem acentuar o declínio dos direitos econômicos e sociais.”

Michelle Bachelet afirmou que as sanções econômicas “exacerbaram” gerando uma sequência de problemas políticos, econômicos, sociais e institucionais. Para ela, a situação é “alarmante”.

Na Nicarágua, Bachelet pediu que o diálogo fosse retomado para tratar dos graves problemas que o país está enfrentando, incluindo “restrições crescentes ao espaço civil, perseguição de vozes dissidentes e campanhas contra a liberdade de imprensa”.

Desde abril de 2018, há na Nicarágua protestos contínuos em várias cidades contra o governo Ortega, a falta de liberdade e o desrespeito aos direitos civis. Uma estudante brasileira foi morta no caminho para casa por passar em uma área onde havia manifestações.

*Com informações da Agência Brasil.

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