Em eleição marcada pelo vitupério, Governo Bolsonaro ganha presidência do Senado; Demista Davi Alcolumbre passa a presidir Congresso Nacional

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David Samuel Alcolumbre Tobelem (Davi Alcolumbre) (DEM) é senador pelo Amapá, no biênio 2019-2020, preside o Senado e o Congresso Nacional do Brasil. Foi vereador em Macapá de 2001 a 2003 quando ainda era filiado ao Partido Democrático Trabalhista.
David Samuel Alcolumbre Tobelem (Davi Alcolumbre) (DEM) é senador pelo Amapá, no biênio 2019-2020, preside o Senado e o Congresso Nacional do Brasil. Foi vereador em Macapá de 2001 a 2003 quando ainda era filiado ao Partido Democrático Trabalhista.
David Samuel Alcolumbre Tobelem (DEM), é senador pelo Amapá, no biênio 2019-2020, preside o Senado e o Congresso Nacional do Brasil. Foi vereador em Macapá de 2001 a 2003 quando ainda era filiado ao Partido Democrático Trabalhista.
David Samuel Alcolumbre Tobelem (DEM), é senador pelo Amapá, no biênio 2019-2020, preside o Senado e o Congresso Nacional do Brasil. Foi vereador em Macapá de 2001 a 2003 quando ainda era filiado ao Partido Democrático Trabalhista.

Com 42 votos, o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) foi eleito hoje (02/02/2019) em primeiro turno presidente do Senado para os próximos dois anos. O principal opositor de Alcolumbre, o senador Renan Calheiros (MDB-AL), retirou a candidatura na tarde de hoje.

Renan Calheiros teve 5 votos. Espiridião Amin (PP-SC) ficou com 13 votos, Ângelo Coronel (PSD-BA) teve 8 votos, Reguffe recebeu (sem partido-DF) 6 votos e Fernando Collor (Pros-AL) ficou com 3 votos

Senador de primeiro mandato, Alcolumbre teve uma atuação discreta nos primeiros quatro anos de mandato no Senado. Na disputa pelo comando da Casa, revelou-se um hábil articulador, congregando os adversários de Renan Calheiros e os aliados do governo federal.

O novo presidente contou com o apoio do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, também filiado ao DEM.

Aos 41 anos, o senador estreou na política no início deste século. Foi vereador em Macapá, três vezes deputado federal e chegou ao Senado em 2015. Nas eleições de outubro passado, concorreu ao governo do Amapá e ficou em terceiro lugar.

É um dos mais jovens senadores a assumir a presidência da Casa.

Eleição

A eleição para a presidência do Senado foi marcada por um embate sobre se a votação seria aberta ou secreta. Ontem (1º), após cinco horas de sessão, a maioria dos parlamentares decidiu pelo voto aberto. Mas uma decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli determinou que a votação deveria ser secreta.

A eleição foi feita em cédulas e teve que ser realizada duas vezes, pois na primeira apuração foi encontrada uma cédula a mais na urna. Após ser suspensa ontem, a sessão começou hoje por vota das 12h.

Transparência

Em seu discurso ainda como candidato, Alcolumbre prometeu, se eleito, ampliar a transparência dos atos legislativos e de todos os fatos envolvendo o Senado. “O Senado deve se balizar pelos pilares da independência, transparência, austeridade e protagonismo. Os desafios do atual momento brasileiro são imensos. Por um lado, a complexa crise fiscal exige reformas urgentes a fim de corrigirmos as distorções. Por outro, é preciso reverter a profunda crise política que minou a confiança nos políticos”, disse Alcolumbre, acrescentando que o povo clama por um novo modelo de fazer político. “Mais igualitário, mais democrático e com ampla participação cidadão”.

Em nota, a Presidência da República cumprimentou Alcolumbre e o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), reeleito ontem (1º) presidente da Câmara dos Deputados.

“A Presidência da República cumprimenta o Dep Rodrigo Maia e o Senador Davi Alcolumbre pelos resultados obtidos nas eleições das presidências da Câmara e do Senado, consolidando nossa tradição democrática e certos do compromisso das duas casas com os anseios do povo e com o melhor interesse do Brasil.

Violações

O processo eleitoral que definiu o novo presidente do Senado Federal foi um festival de golpes baixos desferidos por bolsonaristas. Abuso de autoridade, demissão arbitrária de servidor, Mudança regimental ilegal, abuso de autoridade, fraude eleitoral, coação, violência física e verbal.

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