22 medidas provisórias aguardam votação no Congresso; Dessas MPs, 20 foram editadas pelo Governo Temer, e duas pelo presidente Jair Bolsonaro

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Vista panorâmica do Plenário do Senado Federal.
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O Congresso Nacional volta aos trabalhos no dia 4 de fevereiro com 22 medidas provisórias (MPs) pendentes de votação. Três aguardam votação no Plenário da Câmara; 13, em comissões mistas; e seis ainda esperam a designação de deputados e senadores para compor os colegiados.

Duas dessas medidas provisórias foram assinadas pelo presidente Jair Bolsonaro: a MP 870/19, que reduz de 29 para 22 o número de ministérios; e a MP 871/19, que altera as regras de concessão de pensão por morte, auxílio-reclusão e aposentadoria rural.

As outras 20 medidas provisórias são remanescentes do governo anterior. Entre elas a MP 863/18, que abre o setor aéreo ao capital estrangeiro; e as MPs 855/18 e 856/18), que facilita a privatização da Amazonas Energia e da Companhia Energética de Alagoas, sob controle da Eletrobras.

Das 22 medidas provisórias, duas delas perdem a validade em fevereiro (MP 849/18 e 850/18), e três, em março (MP 852/18, 853/18 e 854/18).

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Sobre Carlos Augusto 10033 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).