Policlínicas e UPAs de Feira de Santana registram quase 1,5 milhão de atendimentos e procedimentos em 2018

Fachada da Policlínica Dr. Osvaldo Monteira Pirajá no Bairro Tomba.
Fachada da Policlínica Dr. Osvaldo Monteira Pirajá no Bairro Tomba.
Fachada da Policlínica Dr. Osvaldo Monteira Pirajá no Bairro Tomba.
Fachada da Policlínica Dr. Osvaldo Monteira Pirajá no Bairro Tomba.

Com a marca de aproximadamente 1,5 milhão de atendimentos e procedimentos, as sete policlínicas e as duas Unidades de Pronto Atendimento 24h (UPA) do município de Feira de Santana registraram de janeiro a novembro deste ano o dobro da demanda quando comparado ao mesmo período de 2016 e um aumento de 72,59% em relação a 2017.

A Policlínica do Tomba liderou o quantitativo realizando 240.539 atendimentos e procedimentos. Um aumento de 68% em comparação com o mesmo período do ano passado, onde o quantitativo chegou a 142.954. Em seguida, as Policlínicas da Rua Nova (213.520) e George Américo (210.659) aparecem com totalizando maior demanda.

Para a secretária de Saúde, Denise Mascarenhas, esse crescimento significativo pode estar relacionado a ampliação do serviço nos últimos anos, com a construção de novas unidades e a efetividade das ações. “A agilidade no atendimento e a assistência prestada podem ter culminado numa maior procura pelo serviço. Temos também uma parcela da população que tinha plano de saúde e migrou para o SUS, além daquelas pessoas que recorrem a essas unidades por funcionarem fora do horário comercial”, ressalta.

Maior índice de ocorrências em maio

O maior índice de ocorrências foi registrado no mês de maio, que totalizou 143.224, período marcado pelas mudanças de temperatura e o aparecimento de casos relacionados as infecções respiratórias, como os de influenza notificados nesta época no município. “É um período sazonal, pós micareta, com a presença de chuvas, gerando um maior movimento nas UPAS e Policlínicas”, observa a secretária.

Em relação a ocorrências comuns durante o ano é possível identificar pacientes hipertensos e diabéticos descompensados, com algum desequilíbrio no organismo, por não fazerem o acompanhamento correto nas unidades de saúde. Diarreia em crianças também estão entre os casos, porém estes comumente registrados nos períodos festivos.

Alta resolutividade: apenas 0,04% dos pacientes transferidos para hospitais

Além disso, a resolutividade nos atendimentos das unidades continua positiva, podendo ser um dos fatores que contribuem para a procura da população pelo serviço. Este ano apenas 0,04% dos casos atendidos em UPAS e Policlínicas foram transferidos para hospitais, sendo 506 adultos e 168 crianças. Os dados apontam que quase 100% dos atendimentos são resolvidos nas próprias unidades.

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