Funções do Centro Industrial do Subaé serão substituídas por Diretoria que funcionará em Feira de Santana

Instalações do Centro Industrial do Subaé (CIS) em Feira de Santana.
Instalações do Centro Industrial do Subaé (CIS) em Feira de Santana.
Centro Industrial do Subaé (CIS) perde status de autarquia e passa a funcionar como diretoria.
Centro Industrial do Subaé (CIS) perde status de autarquia e passa a funcionar como diretoria.

Nos últimos dias, têm sido compartilhadas notícias afirmando que o Centro Industrial do Subaé (CIS) de Feira de Santana será extinto pelo Governo do Estado a partir do pacote da reforma administrativa proposto pelo governador Rui Costa. O deputado estadual José Cerqueira Neto (Zé Neto, PT), líder do Governo na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) e deputado federal eleito, vem esclarece que o CIS não terá as funções extintas.

“As atividades do CIS serão exercidas com um número menor de funcionários e um custo muito menor do que o atual formato, com a criação de uma diretoria, que funcionará na superintendência da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE), não havendo assim, nenhum prejuízo do ponto de vista prático”, explica Zé Neto.

O CIS hoje tem uma média de 39 funcionários – fora limpeza e segurança –, e funciona em regime de turno. Os estudos do Governo do Estado comprovaram que a autarquia, bem como a Superintendência de Desenvolvimento Industrial e Comercial (SUDIC), que tem o mesmo perfil do CIS e somam juntos 200 funcionários, podem ser substituídos por uma diretoria regional funcionando em Feira, o que, inclusive, será feito para dar mais celeridade e uma dinâmica de ação direta, dando resultados mais satisfatórios do que os atuais.

“Nós estamos arrumando as finanças do Estado e realizando um enxugamento da máquina com a extinção de cargos. O governador Rui Costa tomou medidas, como ele próprio diz, que são uma espécie de “chá amargo”, para continuarmos com a nossa saúde fiscal equilibrada. O débito da previdência saiu de 360 milhões de reais em 2006 para 4,08 bilhões de reais. Temos que fazer frente com o aumento exorbitante do déficit previdenciário. Entre aumentar impostos ou realizar uma reforma administrativa, o governador optou pela reforma para diminuição de gastos com a máquina do Estado, que inclusive já está com limite prudencial alcançado. Para este momento, esta atitude é mais do que necessária e prova a responsabilidade do nosso governador com a Bahia”, finaliza o deputado.

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