Feira de Santana supera cidade pernambucana e se torna maior PIB do interior do Nordeste em comércio e serviços

Carlos Brito, secretário municipal do Planejamento de Feira de Santana, destaca crescimento do PIB.Carlos Brito, secretário municipal do Planejamento de Feira de Santana, destaca crescimento do PIB.
Carlos Brito, secretário municipal do Planejamento de Feira de Santana, destaca crescimento do PIB.

Carlos Brito, secretário municipal do Planejamento de Feira de Santana, destaca crescimento do PIB.

O Produto Interno Bruto de Feira de Santana cresceu, em 2016, mais de 50% em relação a 2012, ano base da última publicação. Nesse período, o PIB da maior cidade do interior baiano passou de R$ 8.635.051.000 para R$ 13.101.364.000. O município subiu sete casas no ranking nacional – estava na 76ª posição e pulou  para a 70ª, elevando sua classificação no grupo dos 100 maiores indicadores do país.

O PIB, soma de todos os bens e serviços finais produzidos em um determinado período, é um dos indicadores para quantificar a atividade econômica, ou a soma das riquezas de um município, estado ou nação.

Nos setores de comércio e serviços Feira passou da 65º posição para a 59º, ultrapassando os números apresentados pela cidade pernambucana Jaboatão dos Guararapes, até então campeã, com R$ 7.071 bilhões, e tornando-se o maior do interior do Nordeste nesses importantes segmentos.

Boas notícias também no indicador relacionado à indústria. A pesquisa sobre o Produto Interno Bruto de 2016 registra a entrada de Feira de Santana, pela primeira vez, no seleto grupo dos 100 maiores PIBs da indústria nacional naquele exercício.

Borges Júnior: Números confirmam Feira como “cidade empreendedora”

Feira se tornou o principal eixo comercial do interior de todo o Norte e Nordeste. É o que mostram as estatísticas. Para o secretário do Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, Antônio Carlos Borges Júnior (foto), os números mostram a importância do parque industrial de Feira de Santana na formação, consolidação e expansão da economia local, bem como a pujança do carro-chefe de sua economia, o comércio. “É uma cidade empreendedora. Ótimo ambiente de novos negócios”, afirma.

Ele salienta que nos últimos anos o CIS (Centro Industrial do Subaé) recebeu grandes indústrias e empresas do setor de serviços, que, juntas, geraram muitos postos de empregos diretos. “Este crescimento mostrou que o município gerou riquezas, enquanto que o país enfrentou problemas neste setor”. No comércio, importantes redes nacionais aqui se instalaram. No segmento de serviços, o destaque é a expansão da área educacional, com a chegada de dezenas de faculdades, e também a saúde, em franca expansão.

O secretário argumentou que o crescimento do PIB é resultado de um governo municipal responsável e comprometido com o empreendedorismo e o trabalho. “São iniciativas que fizeram com Feira de Santana apresentasse números positivos, apesar da crise”.

Borges Júnior destaca a instalação de novas empresas ou ampliação, como a distribuidora Bartofil, mais duas lojas da Le Biscuit, novos shoppings centers, construídos ou em andamento – Parque Shopping, Portal Shopping, Shopping Avenida e o Centro Comercial Popular.

Município cria ambiente favorável para investidores

O secretário de Planejamento do Município de Feira de Santana, Carlos Brito (foto), diz que os números confirmam que o comércio local se mantém forte, embora o país tenha enfrentado períodos de crise econômica que afetaram a produção. “É uma cidade que, desde o  Império, quando nosso forte era a compra e venda de gado, se mostra um fenômeno como centro comercial”.

Brito, que é professor universitário, observa que esse avanço de Feira, na análise do PIB, é um fato que reforça a imagem da cidade “como destino importante para os investidores, desde as grandes redes de departamento aos pequenos e médios empreendedores”, além de consolidar a excelente condição do município na prestação de serviços os mais variados.

Ele também avalia que o resultado, expressivo, é fruto do empenho de todos, especialmente da administração pública, que oferece vantagens significativas para atrair investimentos e prepara a cidade, em sua logística, infraestrutura e mobilidade, criando um ambiente favorável ao empreendedorismo. “Creio que temos todos uma parcela de responsabilidade nessa posição destacada de Feira de Santana na economia do país, desde o empresariado, até os prestadores dos mais diversos serviços, e a governança local. Todos de parabéns pela excelente performance”.

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