Reflexões sobre discriminação racial e intolerância religiosa marcaram as comemorações pelo Dia da Consciência Negra em Feira de Santana

As comemorações pelo Dia da Consciência Negra foram realizadas, no Centro de Referência em Assistência Social do Bairro Santo Antônio dos Prazeres.
As comemorações pelo Dia da Consciência Negra foram realizadas, no Centro de Referência em Assistência Social do Bairro Santo Antônio dos Prazeres.
As comemorações pelo Dia da Consciência Negra foram realizadas, no Centro de Referência em Assistência Social do Bairro Santo Antônio dos Prazeres.
As comemorações pelo Dia da Consciência Negra foram realizadas, no Centro de Referência em Assistência Social do Bairro Santo Antônio dos Prazeres.

Reflexões sobre discriminação racial e intolerância religiosa marcaram as comemorações pelo Dia da Consciência Negra em Feira de Santana, na manhã desta terça-feira (20/11/2018). No Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) Território X, do Bairro Santo Antônio dos Prazeres, o sacerdote de matrizes africanas Aristides Maltez Lopes Júnior, também conhecido como Tata Ndembuka, abordou sobre a questão para um público que lotou o equipamento da Secretaria de Desenvolvimento Social (SEDESO).

Mesmo com uma sociedade predominantemente negra, o sacerdote observa que o racismo ainda existe. “Na realidade da família brasileira, da sociedade feirense, o negro não tem vez”, ressaltou.

Ainda assim, Tata Ndembuka observa que muitas pessoas têm a consciência de suas origens da raça negra ou de alguém negro na família. Isto ficou comprovado através de relato da plateia, que se manifestou, dando diversos depoimentos relatando o motivo pelo qual determinada pessoa se identificava como negra, mesmo aqueles com a cútis mais clara.

Relatos davam conta de que a consciência de suas origens vinha de relatos que variavam desde ascendentes, como tataravós, negros, até por conhecerem as origens da formação do povo brasileiro, fruto da mistura de europeus, índios e sobretudo negros.

Antes da palestra, a coordenadora do CRAS Santo Antônio de Jesus, Ivanete Rios, também abordou sobre o tema e promoveu provocações para reflexões sobre a intolerância racial e religiosa. E o instrutor de música Hermerson Rodrigues fez apresentação de voz e violão.

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