Presidente eleito Jair Bolsonaro nega proposta de criação de alíquota de 22% à Previdência para servidores; Sem projeto de país e sem proposta para governar, antípoda demonstra desconhecimento

Jair Bolsonaro, limitação intelectual e baixo conhecimento sobre gestão pública conduz governante a reprovar declarações da equipe de transição.
Jair Bolsonaro, limitação intelectual e baixo conhecimento sobre gestão pública conduz governante a reprovar declarações da equipe de transição.
Jair Bolsonaro, limitação intelectual e baixo conhecimento sobre gestão pública conduz governante a reprovar declarações da equipe de transição.
Jair Bolsonaro, limitação intelectual e baixo conhecimento sobre gestão pública conduz governante a reprovar declarações da equipe de transição.

O presidente eleito Jair Bolsonaro disse hoje (08/11/2018), nas redes sociais, que não é da sua equipe a proposta de reforma da Previdência que estabelece um aumento do tempo de contribuição para aposentadoria integral, elevando o prazo para 40 anos. Ele também negou a autoria da criação da alíquota de 22% para o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).

“Não são de nossa autoria como tentam atribuir falsamente”, destacou.

Ao longo da semana, em que passou a maior parte dos dias em Brasília, Bolsonaro tratou do assunto com parlamentares, integrantes da equipe de transição e com o próprio presidente Michel Temer. A ideia é tentar garantir a aprovação, ainda este ano, de alguns pontos “possíveis” pelo Congresso Nacional.

O presidente eleito chegou a defender a fixação da idade mínima de 61 anos para os homens e 56 para mulheres. O economista Paulo Guedes, confirmado para o Ministério da Economia, acredita que se houver avanços até dezembro, o futuro governo pode aprofundar outras questões mais polêmicas a partir de 2019, como a que trata da idade mínima.

Em meio a dificuldades pela falta de consenso no Congresso Nacional, Bolsonaro indicou que a negociação passa por buscar a aprovação de medidas que não alterem a Constituição. Assim, fica assegurada, como consequência, a intervenção federal no Rio de Janeiro até 31 de dezembro.

Alterações da Constituição não podem ser feitas durante a decretação de estados de sítio, de defesa ou de intervenção federal.

Desgoverno

Sem projeto de país e sem proposta para governar, antípoda demonstra desconhecimento. Setores da imprensa o qualificam como ‘Presidente Fake News’.

Sobre Carlos Augusto 9524 Artigos
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, na área de concentração da cultura, desigualdades e desenvolvimento, através do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB); Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e Ex-aluno Especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, é filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ, Reg. Nº 14.405), Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ, Reg. Nº 4.518) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI Bahia), dirige e edita o Jornal Grande Bahia (JGB).