Edição 2018 do ‘Dia do Maçom’ é celebrado com palestra e homenagens na Câmara Municipal de Feira de Santana; confira vídeo

Sessão solene na Câmara Municipal de Feira de Santana celebra o Dia do Maçom.
Sessão solene na Câmara Municipal de Feira de Santana celebra o Dia do Maçom.
Sessão solene na Câmara Municipal de Feira de Santana celebra o Dia do Maçom.
Sessão solene na Câmara Municipal de Feira de Santana celebra o Dia do Maçom.

O termo Maçonaria é de origem francesa e significa construção. E esse processo de evolução acontece com base em princípios como liberdade, igualdade e fraternidade, sem distinção de raça, religião, ideário político ou posição social. Por conta da importância dessa sociedade representada em todo o mundo por mais de seis milhões de integrantes, a Câmara Municipal de Feira de Santana realizou sessão solene na noite desta segunda-feira (20/08/2018), para celebrar o Dia do Maçom.

Parte dessa história, que remonta ao século XVII, foi contada pelo vereador Cadmiel Pereira, que em seu discurso de saudação aos convidados fez um breve relato sobre a origem da Maçonaria e sua relação com a política e a religião, destacando a atuação dos homenageados Leonardo Cestari Lacerda, da Loja Maçônica Acadêmica Volter; Álvaro Bastos Leite, da Loja Maçônica Harmonia, Luz e Sigilo; e Edson Dias de Freitas, da Loja Maçônica Segredo, Força e Aliança.

“Hoje é dia de colher o que plantaram”, afirmou Cadmiel, ao justificar as homenagens feitas pela Câmara Municipal, lembrando que no Brasil existem atualmente 150 mil maçons, distribuídos em 4.700 lojas. “Na Maçonaria não se faz referência a religiões ou crenças, permitindo que membros de várias orientações religiosas se reúnam em uma mesma loja”, enfatizou o vereador, destacando que não por acaso Deus é denominado de Grande Arquiteto do Universo.

O palestrante Marcos Artur Pérsico, coordenador das Lojas Maçônicas de Feira de Santana e Venerável da Loca Maçônica Acácia Sertaneja, definiu a Maçonaria como “uma legião de pessoas dispostas a fazer, não só para si, mas para os outros”. Afirmando que “uma sociedade sem passado não tem futuro”, ele falou sobre a história da ordem que hoje está espalhada nos cinco continentes. “Ser maçom é construir história e colher frutos desse passado”, definiu.

Marcos Pérsico também abordou a questão do mistério construído durante séculos de que a Maçonaria é uma sociedade fechada, e até com associação a rituais de magia negra. “Maçonaria é uma irmandade onde, acima de tudo, as pessoas se amam e ela não tem nada de secreta, é aberta para a sociedade”, ressaltou, frisando que “ser maçom é ser amante da virtude, da sabedoria, da justiça e da humanidade, pois a única conduta é o bem de todos”. A filosofia de vida do maçom, conforme disse, é a trilogia Deus, pátria e família.

A sessão foi conduzida pelo vereador José Carneiro Rocha, presidente do Legislativo, que compôs a Mesa de Honra ao lado de Colbert Martins da Silva Filho, prefeito municipal; Gilberto Lima da Silva, Soberano Grão Mestre do Grande Oriente da Bahia; Alexandre da Silva Monteiro, deputado federal maçônico, representando o Grão Mestre Silvio Cardim; Edson Missias Borges, delegado distrital, representando o Sereníssimo Grão Mestre Arlindo Neto, da Grande Loja do Estado da Bahia; e o palestrante da noite.

Confira vídeo

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