CGU investiga denúncia de fraudes no Ministério da Integração durante a gestão de Hélder Barbalho

Helder Barbalho, Michel Temer e Aécio Neves. Gestão do ex-ministro Helder Barbalho é investigada.
Helder Barbalho, Michel Temer e Aécio Neves. Gestão do ex-ministro Helder Barbalho é investigada.
Helder Barbalho, Michel Temer e Aécio Neves. Gestão do ex-ministro Helder Barbalho é investigada.
Helder Barbalho, Michel Temer e Aécio Neves. Gestão do ex-ministro Helder Barbalho é investigada.

A Controladoria-Geral da União (CGU) abriu uma auditoria para investigar denúncias de fraudes em licitações realizadas pelo Ministério da Integração Nacional. A medida foi tomada após o ex-secretário-executivo da pasta Mário Ramos Ribeiro entregar um relatório à CGU listando supostas irregularidades praticadas por dois funcionários do ministério. Ramos Ribeiro pediu exoneração do cargo no último dia 20 de julho de 2018.

Uma das denúncias de irregularidades diz respeito a um contrato de cerca de R$ 1,4 milhão para a realização de eventos. As irregularidades teriam ocorrido quando o ex-ministro Hélder Barbalho ainda estava no comando da pasta. Barbalho ficou no comando do ministério de 12 de maio de 2016 até o dia 6 de abril de 2018, quando renunciou ao cargo para disputar a eleição para governador do Pará.

A CGU disse que a investigação foi iniciada, mas que não poderia dar mais detalhes sobre o processo. “Até a conclusão do trabalho, estamos impossibilitados de prestar informações adicionais”, informou nesta sexta-feira (03/08/2018) a assessoria da CGU.

As informações sobre o caso foram reveladas nesta quinta-feira (02) pelo jornal Folha de S.Paulo. A assessoria do ministério disse que o ministro da Integração, Pádua Andrade, afastou os dois funcionários dos cargos.

“O Ministério da Integração Nacional aceitou a demissão do ex-secretário e afastou dos cargos gerenciais os dois servidores citados. Ouvidos preliminarmente, ambos negam as acusações e denunciam abuso de poder por parte do secretário demissionário”, disse o ministério.

O ministério informou que já abriu a sindicância, publicada hoje no Diário Oficial da União, com data retroativa a 1º de agosto. A sindicância será conduzida pelo corregedor da pasta, funcionário de carreira do Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União.

*Com informações da Agência Brasil.

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