Avante Caxias! | Por Nilton José Costa Ferreira

Banner do JGB: Campanha ‘Siga a página do Jornal Grande Bahia no Google Notícias’.
Luís Alves de Lima e Silva, Duque de Caxias (25 de agosto de 1803 – 7 de maio de 1880), apelidado de "O Pacificador" e "O Duque de Ferro", foi um militar, político e monarquista brasileiro. 
Luís Alves de Lima e Silva, Duque de Caxias (25 de agosto de 1803 – 7 de maio de 1880), apelidado de "O Pacificador" e "O Duque de Ferro", foi um militar, político e monarquista brasileiro. 
Luís Alves de Lima e Silva, Duque de Caxias (25 de agosto de 1803 – 7 de maio de 1880), apelidado de "O Pacificador" e "O Duque de Ferro", foi um militar, político e monarquista brasileiro. Caxias seguiu uma carreira militar, assim como seu pai e tios.
Luís Alves de Lima e Silva, Duque de Caxias (25 de agosto de 1803 – 7 de maio de 1880), apelidado de “O Pacificador” e “O Duque de Ferro”, foi um militar, político e monarquista brasileiro. 

Na data de 25 de agosto é celebrada o Dia do Soldado. Retoma esta data, uma homenagem ao nascimento em 1803 de um grande cidadão, patriota, cultuador das virtudes castrenses, que foi Luiz Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, patrono do exército brasileiro.

Filho do Marechal de Campo Francisco de Lima e Silva e de D. Mariana Cândida de Oliveira Belo, aos 5 anos de idade foi titulado Cadete de 1ª Classe. Aos quinze anos de idade, em 1818, matriculou-se na Academia Real Militar, de onde egressou promovido a Tenente, em 1821, para servir no 1º Batalhão de Fuzileiros, Unidade de elite do Exército do Rei.

Em 10 de novembro de 1822, coube ao então Tenente Luiz Alves de Lima e Silva receber das mãos do Imperador D. Pedro I a bandeira do Império recém-criada, na Capela Imperial.

No dia 3 de junho de 1823, o jovem militar tem seu batismo de fogo, quando o Batalhão do Imperador foi destacado para a Bahia, onde pacificaria um movimento contra a independência comandado pelo General Madeira de Melo.

Já em 1837, promovido a Tenente-Coronel, o soldado Caxias é escolhido, por seu descortino administrativo e elevado espírito disciplinador, para pacificar a província do Maranhão, onde havia iniciado o movimento da Balaiada. Em 1841, em atenção aos serviços prestados na pacificação do Maranhão, foi-lhe conferido o título nobiliárquico de Barão de Caxias.

Por quê Caxias? “Segundo seu biógrafo Padre Joaquim Pinto de Campos, o título de Caxias sintetiza um conjunto de virtudes peculiares ao grande soldado brasileiro, assim descritas: – disciplina, administração, vitória, justiça, igualdade e glória”. Acrescentamos à estas qualidades: – humildade, liderança, sociabilidade e elevado sentimento de brasilidade. Com o passar dos tempos, este vocábulo se tornou o espelho do grande soldado brasileiro.

Se fossemos descrever as inúmeras vitórias galgadas para o Brasil por este grande soldado, não teríamos espaço neste humilde texto. Porém estas ações demonstraram de forma inequívoca sua capacidade técnica militar e seus profundos conhecimentos em administração e logística de campo. Tudo isto sem falarmos na doutrina pacificadora e de diplomacia internacional, utilizadas em prol da nação brasileira.

Também foram da lavra do Duque de Caxias, célebres e marcantes frases de liderança, a exemplo: “Sigam-me os que forem brasileiros”.

Cultuar legítimos heróis da Pátria é dever do seu povo para ilustrar exemplos dignos que revelem os valores morais e cívicos de uma Nação. O Exército Brasileiro, instituição de maior credibilidade no País, mais uma vez foi sábia na escolha do Marechal de Exército Luiz Alves de Lima e Silva, Duque de Caxias, como Patrono da Instituição.

Assim como CAXIAS, o ser Exército nunca faltou ao chamamento da Nação. Sejam nas mais diversas situações que possam infringir a soberania nacional ou ao povo brasileiro. Os inimigos de outrora, externos, se transformaram, promovendo a interiorização de patologias sociais endêmicas como: Corrupção e a Criminalidade Organizada, seja qual for o seu nível.

Mais uma vez, a Nação conta com a atuação do braço forte, mão amiga.

Vivemos um momento difícil em vários aspectos, contudo é na crise que encontramos novas soluções.

Não podemos esquecer o legado do nosso grande soldado, que após mais de 60 anos de dedicação à Nação Brasileira, nos deixou com a certeza da missão cumprida em 7 de maio de 1880. Não podemos esquecer o legado da Força Expedicionária Brasileira – FEB e das diversas ações pacificadoras empreendidas pela instituição ao transcorrer da sua existência. Também não podemos e não devemos esquecer daqueles que fizeram o sacrifício máximo da própria vida em prol da Pátria.

Foi-se o soldado, más… presentes estão, mais do que nunca, seus ensinamentos e dogmas que norteiam o Exército Brasileiro.

Soldados Brasileiros, nesta solenidade alusiva ao dia, ao ouvirem o toque de Marechal de Exército, Duque de Caxias, … ao presenciarem o tremular da Bandeira Brasileira…, invoquem o culto aos princípios básicos da Nação, ORDEM E PROGRESSO!

Pátria!    Brasil!

*Nilton José Costa Ferreira é Mestre em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Social.

Sobre Luiz Holanda 367 Artigos
Luiz Holanda é advogado e professor universitário, possui especialização em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (SP); Comércio Exterior pela Faculdades Metropolitanas Unidas de São Paulo; Direito Comercial pela Universidade Católica de São Paulo; Comunicações Verbais pelo Instituto Melantonio de São Paulo; é professor de Direito Constitucional, Ciências Políticas, Direitos Humanos e Ética na Faculdade de Direito da UCSAL na Bahia; e é Conselheiro do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB/BA. Atuou como advogado dos Banco Safra E Econômico, presidiu a Transur, foi diretor comercial da Limpurb, superintendente da LBA na Bahia, superintendente parlamentar da Assembleia Legislativa da Bahia, e diretor administrativo da Sudic Bahia. E-mail para contato: [email protected]