Feira de Santana tem redução de casos confirmados de Dengue e Chikungunya nos seis primeiros meses de 2018

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Neuza Santos, Coordenadora da Vigilância Epidemiológica.
Neuza Santos, Coordenadora da Vigilância Epidemiológica.
Neuza Santos, Coordenadora da Vigilância Epidemiológica.
Neuza Santos, Coordenadora da Vigilância Epidemiológica.

Mesmo com a diminuição dos casos confirmados para Chikungunya (65%) e Dengue (26,9%), e a redução de notificações suspeitas de Zika (50,6%), a população feirense não deve se descuidar em relação ao mosquito aedes aegypti, principalmente no período pós chuva. O alerta da Vigilância Epidemiológica de Feira de Santana é referente aos dados dos primeiros seis meses de 2018 comparados ao mesmo período de 2017.

Enquanto em 2017, entre os meses de janeiro a junho, foram confirmados 80 casos de Chikungunya, este ano o número caiu para 28. O mesmo aconteceu com os casos de dengue, no mesmo período do ano passado foram confirmados 52 casos contra 38 este ano. Já Zika não houve confirmação de caso, apenas notificações, 79 no primeiro semestre de 2017 e 39 em 2018.

Cuidados devem ser mantidos

De acordo com a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Neuza Santos, a população deve manter seus cuidados, mesmo com a queda dos números. “Feira de Santana passou por um período de muita chuva e neste momento de estiagem é que está o perigo.  Após duas a três semanas com sol, os ovos do mosquito eclodem e com três semanas esses vetores já estão voando com capacidade de transmitir doenças”, informa.

Ela ainda ressalta que o cuidado com o quintal é essencial. “Vamos evitar restos de materiais de construção, entulhos e acumulo de água parada. Independente de aumento ou diminuição de casos, precisamos estar em alerta com o nosso quintal, nosso ambiente, nossa família, a prevenção é fundamental”, alerta.

Para quem nunca teve a doença, os cuidados devem ser ainda maiores. Isso porque a zika e Chikungunya só acontece uma vez o contágio, tornando as pessoas imunes. “Então aqueles que contraíram essas doenças em outra época, não irão adquirir mais. Já a dengue, existe quatro tipos diferentes, ou seja, quatro chances de desenvolver a doença através da picada do mosquito”, explica.

A Vigilância Epidemiológica tem feito um trabalho constante de educação em saúde nos bairros e nas escolas, além das ações dos agentes de endemias diariamente nas residências. Denúncias e solicitação de fiscalizações podem ser feitas pela comunidade através do Disk Saúde.

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