México diz que separação de filhos de pais imigrantes nos EUA é “desumana” e “racista”

Agentes da Patrulha da Fronteira dos EUA monitoraram os cruzadores de fronteira no Centro de Processamento Central em McAllen, Texas, em 17 de junho de 2018.
Agentes da Patrulha da Fronteira dos EUA monitoraram os cruzadores de fronteira no Centro de Processamento Central em McAllen, Texas, em 17 de junho de 2018.
Agentes da Patrulha da Fronteira dos EUA monitoraram os cruzadores de fronteira no Centro de Processamento Central em McAllen, Texas, em 17 de junho de 2018.
Agentes da Patrulha da Fronteira dos EUA monitoraram os cruzadores de fronteira no Centro de Processamento Central em McAllen, Texas, em 17 de junho de 2018.

O ministro das Relações Exteriores mexicano, Luis Videgaray, classificou a separação de filhos de pais imigrantes na fronteira dos Estados Unidos com o México como “cruel e desumana”, na terça-feira (19/06/2018), e o presidenciável de esquerda que lidera as pesquisas para a eleição do mês que vem rotulou a medida de “racista”.

Vídeos divulgados nesta semana de crianças e jovens sentados em jaulas com pisos de concreto em abrigos dos EUA provocaram revolta. Autoridades norte-americanas defenderam as medidas dizendo serem uma forma de proteger a fronteira e diminuir as entradas ilegais.

“Isso é uma violação clara dos direitos humanos e coloca as crianças, inclusive aquelas com deficiências, em uma situação vulnerável”, disse Videgaray em entrevista coletiva na Cidade do México, exortando os EUA a reavaliarem a prática.

Videgaray disse que o governo mexicano deixou sua posição clara ao governo do presidente norte-americano, Donald Trump, e que abordou a questão com autoridades graduadas da Organização das Nações Unidas (ONU), incluindo seu secretário-geral, António Guterres.

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