Economia criativa foi um dos destaques do I Fórum Baiano de Negócios e Oportunidades Internacionais

I Fórum Baiano de Negócios e Oportunidades Internacionais.
I Fórum Baiano de Negócios e Oportunidades Internacionais.
I Fórum Baiano de Negócios e Oportunidades Internacionais.
I Fórum Baiano de Negócios e Oportunidades Internacionais.

A economia criativa foi um dos destaques do I Fórum Baiano de Negócios e Oportunidades Internacionais, realizado hoje (13/06/2018), no auditório da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB). “Há muitos anos grupos culturais, como o Olodum, estão inseridos nos negócios internacionais, levando a imagem e a cultura da Bahia para o mundo. É necessário que setores do turismo, como a hotelaria, estejam associados a estas iniciativas que têm como objetivo ‘mostrar a cara’ da Bahia para o mundo”, afirmou o coordenador do fórum e diretor-geral do Centro de Estudos e Estratégias em Relações Internacionais (CEERI), Leonel Leal Neto.

Segundo um dos participantes do evento, o presidente do Olodum, João Jorge, “desde 1985 o Olodum descobriu a importância dos ativos culturais e criativos. Criamos o Projeto Rufar dos tambores, o Teatro Olodum, a Banda Olodum, a nossa loja e levamos esta marca ao mundo, internacionalizando assim a Bahia”. Ele recordou as vindas à Bahia de diversas personalidades, como Michael Jackson e Paul Simon. “Também é significativa a presença do Olodum em 37 países nos últimos 28 anos”, frisou.

 Nas mesas temáticas também foram discutidos temas como a importância da governança para as relações internacionais; tecnologia para empresas e start ups a e as “cidades-inteligentes”, também denominadas smart cities.

Leonel Leal Neto pontuou que o fórum conseguiu trazer a Salvador vinte e quatro instituições locais, nacionais e internacionais com o intuito de debater como impulsionar a economia e gerar desenvolvimento através dos negócios internacionais. “Sobretudo num momento em que a economia passa por uma contração e os empreendedores buscam alternativas para contornar esta situação”, afirmou.

Já o vice-presidente da FIEB, Ângelo Calmon, avaliou que “o empreendedorismo é fundamental para a retomada do crescimento no país. O Brasil anda muito fechado para o mundo. A desvalorização da moeda nacional facilita as exportações. Entretanto, estas devem existir junto com as importações. Enfim, é necessário que o país assine acordos bilaterais e que a gama de negócios internacionais beneficie também as médias, pequenas e microempresas”.

O evento reuniu expressivas instâncias comprometidas com o desenvolvimento social e econômico do estado da Bahia para debater com lideranças, autoridades e estudiosos do Brasil e do exterior as efetivas contribuições que o relacionamento internacional pode aportar no incremento da economia e da inclusão social.

Participaram também da mesa do evento o presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Eures Ribeiro, o coordenador do Escritório de Representação do Ministério das Relações Exteriores na Bahia, André Missi, a cônsul da Grécia na Bahia, Miriam Souza, o coordenador-geral de Cooperação Técnica e de Aliança com Países em Desenvolvimento ABC. Wófsi Yuri Souza, a coordenadora do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no Brasil (PNUD), Maristela Baioni, o secretário-geral do Sebrae na Bahia, José Sérgio Nogueira, e a coordenadora da Assessoria de Relações Internacionais do Gabinete do Governador da Bahia, Caúra Damasceno.

O evento reuniu expressivas instâncias comprometidas com o desenvolvimento social e econômico do estado da Bahia para debater com lideranças, autoridades e estudiosos do Brasil e do exterior as efetivas contribuições que o relacionamento internacional pode aportar no incremento da economia e da inclusão social.

O fórum contará com representações do Programa das Nações Unidas Para o Desenvolvimento (PNUD), FIEB, Prefeitura Municipal de Salvador, Governo do Estado da Bahia, representantes de corpos consulares, empresários e jovens empreendedores.

O Brasil recebeu US$ 59 bilhões em investimentos internacionais em 2016. Portanto, é um setor de suma importância para o desenvolvimento local, despertando crescente interesse de empresários e de gestores públicos nas estratégias de desenvolvimento econômico e social.

“A crescente atuação internacional das instâncias de Poder local, também conhecida como para diplomacia, tem alterado significativamente o contexto socioeconômico regional, resultando, com expressiva frequência, em novos investimentos empresariais e captação de recursos para projetos estruturantes e sociais através da cooperação técnica ou mesmo no intercâmbio tecnológico entre empresas”, afirma o diretor-geral do Centro de Estudos e Estratégias em Relações Internacionais (CEERI) e coordenador do Fórum, Leonel Leal Neto.

Neste contexto, o Fórum possibilitará que, a partir das interações das lideranças empresariais com o poder público, o terceiro setor e com instituições de ensino e pesquisa,sejam compartilhadas as melhores práticas de para diplomacia realizadas no Brasil e em outros países. “ Esta iniciativa contribuirá para qualificar as ações internacionais planejadas, ou em curso, realizadas pelas instituições presentes no evento”, frisou Leonel Leal Neto.

Um dos objetivos do Fórum é o incremento das efetivas contribuições advindas das relações internacionais praticadas por instâncias locais em parceria com instâncias internacionais (Poderes Públicos, iniciativa privada e terceiro setor).

“A crescente atuação internacional do Governo do Estado da Bahia, assim como as articulações que têm sido efetuadas pela Prefeitura de Salvador e por diversos outros municípios baianos, tem alterado significativamente o contexto socioeconômico regional, resultando, com expressiva frequência, em novos investimentos empresariais, captação de recursos para projetos estruturantes, em projetos sociais de cooperação técnica ou mesmo no intercâmbio tecnológico entre empresas”, avalia Leonel Leal Neto.

Também é crescente o interesse empresarial e dos poderes públicos por outras estratégicas dimensões das relações internacionais, tais como o comércio exterior, a captação de recursos para a realização de investimentos, o licenciamento de produção, a celebração de acordos de franquia e diversos outros.

Adicionalmente, a implementação de novas estratégias internacionais possibilita, através de um efeito spill-over, que instâncias locais, ao se qualificarem para a interação internacional, adquiram a capacidade de internalizar práticas inovadoras em diversas dimensões, com fortes repercussões para o sistema regional.

O evento, organizado pelo Centro de Estudos e Estratégias em Relações Internacionais (CEERI), teve o apoio do PNUD, Governo do Estado da Bahia, Prefeitura de Salvador, FIEB, Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil-Bahia, Rede Bahia, Agência Brasileira de Cooperação (ABC), Central Internacional de Negócios da Bahia (CIN) e SEBRAE.

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