Vendas do varejo ficam estáveis de fevereiro para março de 2018 na Bahia

Tabela do IBGE informa índice de volume de vendas no comércio varejista na Bahia no mês de março de 2018.
Tabela do IBGE informa índice de volume de vendas no comércio varejista na Bahia no mês de março de 2018.
Tabela do IBGE informa índice de volume de vendas no comércio varejista na Bahia no mês de março de 2018.
Tabela do IBGE informa índice de volume de vendas no comércio varejista na Bahia no mês de março de 2018.

Em comparação com março de 2017, as vendas no estado tiveram o primeiro resultado positivo do ano, voltando a crescer (1,0%) após duas quedas consecutivas. Ainda assim, foi um desempenho bem abaixo da média nacional (+6,5%) e melhor apenas que os de Amapá (0,2%) e Pernambuco (-0,4%);

No acumulado no 1º trimestre de 2018, as vendas na Bahia seguem no negativo (-0,6%), com o 4º pior desempenho entre os estados e bem abaixo da média do país (+3,8%). Ainda assim, o ritmo de queda desacelerou ao longo deste ano, apresentando o melhor resultado para um 1º trimestre desde 2014 (+9,5%);

Já nos 12 meses encerrados em março, o comércio varejista na Bahia teve seu segundo resultado positivo consecutivo (0,8%), depois de quedas seguidas desde maio de 2015;

Em março, vendas tiveram altas em 5 das 8 atividades do varejo restrito baiano. Destaques para Outros artigos de uso pessoal e doméstico (+15,5%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+10,4%) e Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (+0,5%), que voltaram a crescer depois de quase três anos de recuos consecutivos (34 meses);

Em queda desde setembro de 2017, vendas de Combustíveis e lubrificantes (-11,9%) são principal influência negativa do varejo baiano em março;

Vendas do varejo ampliado (que inclui automóveis e material de construção) tiveram um desempenho melhor que as do varejo restrito: cresceram 0,4% entre fevereiro e março e 2,9% frente a março de 2017.

Em março, as vendas do varejo na Bahia ficaram estáveis (0,0%) em relação ao mês anterior, na série livre de influências sazonais, após terem registrado três recuos consecutivos (-0,7% em fevereiro; -1,0% em janeiro; e -2,9% em dezembro/17).

Nessa comparação, o varejo nacional apresentou variação positiva (0,3%), com crescimento das vendas em 18 dos 27 estados. Os destaques, em termos de magnitude de taxa, foram para Espírito Santo (5,1%), Distrito Federal (4,4%) e Acre (4,1%). Por outro lado, Piauí (-3,9%), São Paulo (-3,6%) e Maranhão (-2,7%) apresentaram os maiores recuos nas vendas.

Na comparação com março/17, as vendas na Bahia tiveram o primeiro resultado positivo do ano, voltando a crescer (1,0%) após duas quedas consecutivas. Nessa comparação, o varejo nacional teve crescimento bem mais intenso (6,5%), e o resultado da Bahia foi o terceiro pior entre os 27 estados, acima apenas da variação positiva do Amapá (0,2%) e do recuo de Pernambuco (-0,4%).

No acumulado no primeiro trimestre do ano, as vendas na Bahia seguem no negativo (-0,6%), com o quarto pior desempenho dentre os estados e bem abaixo da média do país (+3,8%). Ainda assim, o varejo baiano mostrou desaceleração no ritmo de queda ao longo deste ano, apresentando o melhor resultado para um primeiro trimestre desde 2014 (+9,5%).

Já nos 12 meses encerrados em março, as vendas do comércio varejista na Bahia se mantêm em alta (0,8%), aumentando um pouco o ritmo de crescimento em relação aos 12 meses encerrados em fevereiro (+0,3%). Foi o segundo resultado positivo para o varejo baiano, que, nessa comparação, vinha em quedas sucessivas desde maio de 2015.

Nessa taxa anualizada, o varejo brasileiro apresenta avanço de 3,7% em março, com vendas crescendo em 22 dos 27 estados.

Em março, vendas aumentam em 5 das 8 atividades do varejo restrito baiano

Em março, na Bahia, 5 das 8 atividades do varejo restrito (que não considera as vendas de automóveis e material de construção) tiveram resultados positivos.

Os destaques foram para as vendas de Outros artigos de uso pessoal e doméstico (+15,5%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+10,4%); e Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (+0,5%) – que voltaram a crescer depois de quase três anos de quedas consecutivas (34 meses).

As vendas de produtos farmacêuticos e cosméticos (+10,4%) registraram, em março a sexta alta consecutiva na Bahia.

Já as de outros artigos de uso pessoal e doméstico (+15,5%) voltaram a acelerar e seguem crescendo desde maio de 2017 – exercendo, mês a mês, uma das principais influências positivas no varejo baiano. A atividade reflete as compras em lojas de departamento e parte expressiva do varejo eletrônico (grandes sites de vendas).

Também apresentaram resultados positivos em março as vendas de Tecidos, vestuário e calçados (3,0%), que voltaram a crescer depois de três recuos consecutivos; e de Livros, jornais, revistas e papelaria (9,1%), que se mantêm em alta há um ano, desde fevereiro de 2017.

Em queda desde setembro de 2017, vendas de combustíveis (-11,9%) são principal influência negativa do varejo baiano em março

Das três atividades do varejo restrito baiano com quedas nas vendas em março, frente ao mesmo mês de 2017, Combustíveis e lubrificantes (-11,9%) foi a que mais contribuiu negativamente para o desempenho do setor.

Os combustíveis tiveram seu sétimo recuo consecutivo nas vendas, que registram o pior desempenho do varejo baiano neste ano, com quedas acumuladas de 10,9% no primeiro trimestre de 2018 e de 5,1% nos 12 meses encerrados em março.

Em março, também recuaram, no estado, as vendas de Móveis e eletrodomésticos (-1,8%) – primeira queda após 12 meses de alta – e de Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-0,4%).

Vendas do varejo ampliado baiano crescem 0,4% de fevereiro para março

Na Bahia, as vendas do comércio varejista ampliado tiveram um desempenho melhor que as do varejo restrito: cresceram 0,4% entre fevereiro e março e 2,9% frente a março de 2017. Em ambas as comparações, porém, o varejo ampliado baiano cresce menos que a média nacional (+1,1% e +7,8% respectivamente).

O varejo ampliado engloba, além do varejo restrito, as vendas das atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, para as quais não se consegue separar claramente o que é varejo do que é atacado.

Com os resultados de março, o varejo ampliado na Bahia acumula altas de 4,0% no primeiro trimestre de 2018 e de 3,3% nos 12 meses encerrados em março – ambas também abaixo da média nacional (6,6% e 6,2% respectivamente).

Em março, as vendas de Veículos, motos, partes e peças cresceram 10,5% no estado, enquanto as de Material de construção caíram 4,0%.

As vendas de veículos vêm crescendo na Bahia desde maio de 2017 e, apesar da desaceleração neste ano, acumulam alta de 17,9% no primeiro trimestre de 2018. Já as vendas de material de

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