Rio de Janeiro: Vereador chama de factoide depoimento de testemunha do caso Marielle Franco

Marielle Francisco da Silva (Marielle Franco) é mulher, negra, mãe e cria da favela da Maré, socióloga com mestrado em Administração Pública, foi eleita vereadora do Município do Rio de Janeiro pelo PSOL, com 46.502 votos, foi, também, presidente da Comissão da Mulher da Câmara Municipal. No dia 14 março de 2018 foi assassinada em um atentado ao carro onde estava. 13 Tiros atingiram o veículo, matando, também, o motorista Anderson Pedro Gomes.
Marielle Francisco da Silva (Marielle Franco) é mulher, negra, mãe e cria da favela da Maré, socióloga com mestrado em Administração Pública, foi eleita vereadora do Município do Rio de Janeiro pelo PSOL, com 46.502 votos, foi, também, presidente da Comissão da Mulher da Câmara Municipal. No dia 14 março de 2018 foi assassinada em um atentado ao carro onde estava. 13 Tiros atingiram o veículo, matando, também, o motorista Anderson Pedro Gomes.
Marielle Francisco da Silva (Marielle Franco (PSOL), Rio de Janeiro, 27 de julho de 1979 — Rio de Janeiro, 14 de março de 2018).
Marielle Francisco da Silva (Marielle Franco) é mulher, negra, mãe e cria da favela da Maré, socióloga com mestrado em Administração Pública, foi eleita vereadora do Município do Rio de Janeiro pelo PSOL, com 46.502 votos, foi, também, presidente da Comissão da Mulher da Câmara Municipal. No dia 14 março de 2018 foi assassinada em um atentado ao carro onde estava. 13 Tiros atingiram o veículo, matando, também, o motorista Anderson Pedro Gomes.

O vereador Marcello Siciliano (PHS), do Rio de Janeiro, negou nesta quarta-feira (09/05/2018) participação no assassinato da também vereadora Marielle Franco (PSOL). Uma reportagem publicada na terça-feira (8) pelo jornal O Globo traz o depoimento de uma testemunha que acusa Siciliano e o ex-policial militar Orlando Oliveira de Araújo de terem se reunido para planejar a morte da parlamentar.

O vereador concedeu uma entrevista na manhã de hoje para rebater a acusação que chamou de factoide e afirmou ser fruto do depoimento de uma pessoa sem credibilidade, que fez um acordo para se proteger.

“Estou sendo massacrado nas redes sociais por algo que foi supostamente dito por uma pessoa que ninguém sabe a credibilidade que tem”, disse.

Siciliano também negou conhecer Orlando que está preso em Bangu e é apontado como chefe de um grupo miliciano.

Marielle e o motorista Anderson Gomes foram assassinados em 14 de março, com tiros disparados por ocupantes de um veículo que os seguia desde a saída da Câmara dos Vereadores. O caso está sob investigação da Polícia Civil do Rio.

O vereador Marcello Siciliano já havia divulgado uma nota noite de ontem para se defender e afirmou novamente que ele e Marielle eram amigos, apesar de correligionários da vereadora terem contestado a existência dessa relação.

Segundo o jornal O Globo, a atuação de Marielle na Cidade de Deus teria incomodado o miliciano e o vereador. Siciliano afirmou que a comunidade da zona oeste não é seu reduto eleitoral, que se concentra nos bairros de Vargem Grande e Vargem Pequena.

Siciliano disse estar chateado e perplexo e afirmou que sua atuação política pode ter incomodado.

“Peço que vocês me deem o direito de estar aqui, mais uma vez, quando isso for esclarecido.”

*Com informações da Agência Brasil.

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