Rio de Janeiro: Câmera que monitorava local do assassinato de Marielle Franco foi desligada na véspera do crime

Marielle Francisco da Silva (Marielle Franco) é mulher, negra, mãe e cria da favela da Maré, socióloga com mestrado em Administração Pública, foi eleita vereadora do Município do Rio de Janeiro pelo PSOL, com 46.502 votos, foi, também, presidente da Comissão da Mulher da Câmara Municipal. No dia 14 março de 2018 foi assassinada em um atentado ao carro onde estava. 13 Tiros atingiram o veículo, matando, também, o motorista Anderson Pedro Gomes.
Marielle Francisco da Silva (Marielle Franco) é mulher, negra, mãe e cria da favela da Maré, socióloga com mestrado em Administração Pública, foi eleita vereadora do Município do Rio de Janeiro pelo PSOL, com 46.502 votos, foi, também, presidente da Comissão da Mulher da Câmara Municipal. No dia 14 março de 2018 foi assassinada em um atentado ao carro onde estava. 13 Tiros atingiram o veículo, matando, também, o motorista Anderson Pedro Gomes.
Marielle Francisco da Silva (Marielle Franco) é mulher, negra, mãe e cria da favela da Maré, socióloga com mestrado em Administração Pública, foi eleita vereadora do Município do Rio de Janeiro pelo PSOL, com 46.502 votos, foi, também, presidente da Comissão da Mulher da Câmara Municipal. No dia 14 março de 2018 foi assassinada em um atentado ao carro onde estava. 13 Tiros atingiram o veículo, matando, também, o motorista Anderson Pedro Gomes.
Marielle Francisco da Silva (Marielle Franco) é mulher, negra, mãe e cria da favela da Maré, socióloga com mestrado em Administração Pública, foi eleita vereadora do Município do Rio de Janeiro pelo PSOL, com 46.502 votos, foi, também, presidente da Comissão da Mulher da Câmara Municipal. No dia 14 março de 2018 foi assassinada em um atentado ao carro onde estava. 13 Tiros atingiram o veículo, matando, também, o motorista Anderson Pedro Gomes.

As cinco câmeras da Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro que monitoravam o trajeto feito pela vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes teriam sido desligadas no período entre 24 e 48 horas antes dos assassinatos.

A informação foi publicada no blog da jornalista Berenice Seara, no jornal Extra.  Os equipamentos poderiam ajudar nas investigações, já que uma das câmeras, localizada na estação do metrô do Estácio consegue fazer gravações em 360º e fica bem diante ao ponto onde foram feitos os disparos que mataram Marielle.

Apesar do contrato de manutenção das câmeras já ter terminado em outubro, elas continuaram funcionando normalmente até serem desligadas nesse período próximo aos assassinatos.

*Com informações da Sputnik Brasil.

Redação do Jornal Grande Bahia
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