Homenagem às mães dos desembargadores e dos servidores do Poder Judiciário da Bahia | Por Baltazar Miranda Saraiva

Artigo presta homenagem às mães.
Artigo presta homenagem às mães.
Artigo presta homenagem às mães.
Artigo presta homenagem às mães.

Inicialmente registro o meu apoio pela iniciativa do ilustre Presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, Des. Gesivaldo Nascimento Britto, em homenagear as mães dos seus ilustres colegas e dos servidores desta Casa no dia que lhes é oficialmente consagrado para depositar as homenagens a elas dirigidas como préstimos de amor e gratidão.

Ser mãe nem sempre começa na gestação. Existem mães que adotam, outras que criam e outras que ajudam a criar. Seja como for, quando uma mulher se torna mãe, sua natureza muda completamente, pois ela jamais será a mesma. Começa por dar amor a quem só a amará com o tempo, a beijar antes de ser beijada, a doar, a perdoar e proteger esquecendo seus próprios interesses.

Mãe é aquela que atende antes de ser chamada, que sente-se feliz apenas pelo fato de ser mãe. Conhecendo cada pedaço do corpo do ente que está sendo criado, percebe todos os seus sentimentos antes mesmo que ele possa se expressar livremente. Desde o início, o instinto protetor se expressa em todas as palavras ditas e em todos os gestos compartilhados.

Luz de nossas vidas, continua conosco como avó dos nossos filhos, talvez até com mais amor, pois multiplica o esforço e o empenho que investiram em nós naqueles cujo futuro, ainda incerto, precisam ter a força do amor para peitar os desafios do mundo.

Para homenagear as mães brasileiras, no dia a elas dedicado, lembro da minha mãe, Aneci Miranda Castelo Branco, nascida em 20 de agosto de 1922, em Bertolínia, estado do Piauí, carregada de lucidez, apesar da longevidade.

Ela me ensinou como despertar espiritualmente, a ter forças para deixá-la, ainda jovem, em busca de um futuro incerto e duvidoso. Era uma época importante da minha vida. Mesmo não sabendo para onde a vida me levava, alguma razão maior me impulsionava para o meu despertar, a percorrer os caminhos que me levavam para o que hoje sou: um homem da lei.

Depois de mergulhar em profundas transformações, pude destacar-me dos meus 7 irmãos pela oportunidade que tive de sintonizar o amor e a gratidão pela minha existência, hoje repleta de felicidades.

Dou graças a Deus por ter aprendido, ainda criança, a importância dos meus pais e o que representou minha mãe no meu desenvolvimento, físico e espiritual. Por ser uma nordestina, lembro-me dos versos de cordel do poeta popular Bráulio Bessa homenageando todas as mães.

Segundo ele, mãe é um “pedacinho de Deus no meio do mundo, um tanto assim de bravura e um tanto assim de ternura”.

Realmente, mãe é a pura perfeição que vem de Deus, que ninguém escolhe mas que nos é dada, e que, se fosse para escolher, com certeza escolheríamos a própria, ou, como diz o poeta, “teríamos escolhido você”.

Com esta mensagem, homenageio todas as mães dos meus ilustres colegas e dos servidores deste tribunal, dizendo, como alguém assim já se expressou, que nem todas as rainhas têm coroas, e a prova são as nossas mães.

*Baltazar Miranda Saraiva é Desembargador, Presidente da 5ª Câmara Cível, membro da Comissão de Igualdade do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, do Conselho da Magistratura (TJ/BA), da Associação Bahiana de Imprensa-ABI, da Sociedade Amigos da Marinha-SOAMAR e Vice-Presidente Social, Cultural e Esportivo da Associação Nacional dos Magistrados Estaduais (ANAMAGES).

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