Ex-presidente da Volkswagen é indiciado por fraude em dados de emissão

Martin Winterkorn é um engenheiro alemão. Começou sua carreira profissional em 1977 na Robert Bosch GmbH. Em 1981 juntou-se ao grupo Audi e em 2006 sucedeu Bernd Pischetsrieder na posição de CEO do Grupo Volkswagen. Ele trabalhou, Também, na GM.
Martin Winterkorn é um engenheiro alemão. Começou sua carreira profissional em 1977 na Robert Bosch GmbH. Em 1981 juntou-se ao grupo Audi e em 2006 sucedeu Bernd Pischetsrieder na posição de CEO do Grupo Volkswagen. Ele trabalhou, Também, na GM.
Martin Winterkorn é um engenheiro alemão. Começou sua carreira profissional em 1977 na Robert Bosch GmbH. Em 1981 juntou-se ao grupo Audi e em 2006 sucedeu Bernd Pischetsrieder na posição de CEO do Grupo Volkswagen. Ele trabalhou, Também, na GM.
Martin Winterkorn é um engenheiro alemão. Começou sua carreira profissional em 1977 na Robert Bosch GmbH. Em 1981 juntou-se ao grupo Audi e em 2006 sucedeu Bernd Pischetsrieder na posição de CEO do Grupo Volkswagen. Ele trabalhou, Também, na GM.

Procuradores federais da cidade de Detroit acusaram o ex-presidente executivo da Volkswagen, Martin Winterkorn, de conspirar para enganar reguladores sobre emissões de gases poluentes de carros movidos a diesel.

Martin Winterkorn, 70 anos, é acusado de conspiração por cometer fraudes nos Estados Unidos. Ele responderá por violar a Lei do Ar Limpo entre 2006 e 2015 usando softwares ilícitos que permitiam que carros da montadora alemã emitissem poluentes acima do permitido sem que isso fosse detectado. O ex-presidente renunciou ao cargo quando o escândalo de adulteração foi revelado em setembro de 2015.

Um porta-voz da Volkswagen na Alemanha afirmou que a empresa “está cooperando com as autoridades”. Promotores alemães também investigam a Volks na Europa.

No início das investigações, a montadora sugeriu que apenas funcionários de baixo escalão sabiam da fraude. Mas a acusação argumenta que Winterkorn foi informado sobre o caso em 2014 e que decidiu perpetuar o esquema e enganar os agentes de regulação dos Estados Unidos.

Ao todo, nove pessoas foram acusadas de participar na fraude e dois ex-executivos se declararam culpados.

No ano passado, a montadora fez um acordo de US$ 4,3 bilhões com o Departamento de Justiça em um processo em que se declarou culpada por fraude, obstrução de justiça e falso testemunho. A companhia também concordou em ser supervisionada por um ex-procurador-geral norte-americano durante três anos.

*Com informações da Agência Brasil.

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