Bispos chilenos oferecem renúncia coletiva ao Papa Francisco por escândalo de abuso sexual

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Em 14 de maio de 2018, durante entrevista coletiva no Vaticano, os membros da Conferência Episcopal do Chile, Luis Fernando Ramos Pérez e Juan Ignácio Gonzalez, afirmaram estar abertos para que o Papa Francisco reforme a igreja chilena, que está devastada por abuso sexual de clero e escândalos de encobrimento, incluindo a remoção de bispos, reformas dos seminários e pagamento de reparação financeira às vítimas.
Os membros da Conferência Episcopal do Chile, Luis Fernando Ramos Pérez e Juan Ignácio Gonzalez, dizem estar abertos para que o Papa Francisco reforme a igreja chilena, que está devastada por abuso sexual de clero e escândalos de encobrimento.
Em 14 de maio de 2018, durante entrevista coletiva no Vaticano, os membros da Conferência Episcopal do Chile, Luis Fernando Ramos Pérez e Juan Ignácio Gonzalez, afirmaram estar abertos para que o Papa Francisco reforme a igreja chilena, que está devastada por abuso sexual de clero e escândalos de encobrimento, incluindo a remoção de bispos, reformas dos seminários e pagamento de reparação financeira às vítimas.
Os membros da Conferência Episcopal do Chile, Luis Fernando Ramos Pérez e Juan Ignácio Gonzalez, dizem estar abertos para que o Papa Francisco reforme a igreja chilena, que está devastada por abuso sexual de clero e escândalos de encobrimento.

Todos os 34 bispos chilenos que compareceram a uma reunião nesta semana com o Papa Francisco sobre o encobrimento de abusos sexuais no país ofereceram suas renúncias, disseram os bispos em um comunicado divulgado nesta sexta-feira (18/05/2018).

Bispo chileno Luis Fernando Ramos Perez lê comunicado após encontro com Papa Francisco no Vaticano. Não ficou claro de imediato se o papa aceitaria todas ou algumas das renúncias.

“Colocamos nossas posições nas mãos do Santo Padre e deixaremos que ele decida livremente por cada um de nós”, disseram os bispos em sua declaração, na qual também pediram desculpas ao Chile, às vítimas de abusos e ao papa pelo escândalo.

O escândalo de abusos devastou a credibilidade da Igreja no Chile, país de forte tradição católica, e também prejudicou a imagem do papa, uma vez que neste ano o pontífice defendeu fortemente um bispo acusado de envolvimento no suposto encobrimento, antes de reverter sua posição.

A reunião desta semana ocorreu após uma investigação do Vaticano contra o bispo Juan Barros, que foi nomeado pelo papa em 2015 apesar de alegações de que havia encoberto o abuso sexual de menores por seu mentor, padre Fernando Karadima.

Agora com 87 anos e vivendo em uma casa de repouso no Chile, Karadima sempre negou as alegações. Barros disse que não sabia de qualquer irregularidade.

No entanto, o Vaticano confirmou nesta sexta-feira relatos da mídia chilena de que o papa entregou aos bispos nesta semana um documento acusando-os de destruir provas de crimes sexuais e de não protegerem crianças de padres abusadores.

*Por Crispian Balmer, da Reuters Brasil.

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