STF: Ministro Gilmar Mendes nega habeas corpus a ex-diretor da Dersa em São Paulo

Paulo Vieira de Souza, também conhecido como Paulo Preto, é ex-diretor da empresa paulista de infraestrutura rodoviária (DERSA) e é apontado, pela Polícia Federal (PF), como operador do PSDB.Paulo Vieira de Souza, também conhecido como Paulo Preto, é ex-diretor da empresa paulista de infraestrutura rodoviária (DERSA) e é apontado, pela Polícia Federal (PF), como operador do PSDB.
Paulo Vieira de Souza (Paulo Preto) foi ex-diretor da DERSA e esteve envolvido em obras durante a gestão de José Serra no governo do Estado de São Paulo. Ele foi, também, estreitamente ligado a Aloysio Nunes, que atuou como chefe da Casa Civil do Governo Serra.

Paulo Vieira de Souza (Paulo Preto) foi ex-diretor da DERSA e esteve envolvido em obras durante a gestão de José Serra no governo do Estado de São Paulo. Ele foi, também, estreitamente ligado a Aloysio Nunes, que atuou como chefe da Casa Civil do Governo Serra.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes negou nesta sexta-feira (20/04/2018) pedido de habeas corpus protocolado pela defesa do ex-diretor da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto. Ele foi preso no início do mês pela Polícia Federal em São Paulo.

Na decisão, Gilmar Mendes entendeu que o decreto de prisão não poderia ser questionado por meio de uma reclamação, uma classe processual do STF.

A prisão foi decretada no âmbito do processo sobre supostas irregularidades ocorridas em desapropriações para a construção do Rodoanel Sul. Segundo a defesa, a medida é arbitrária, sem fundamentos legais, além de desnecessária ante o perfil e a rotina do investigado, que sempre esteve à disposição da Justiça.

Segundo o Ministério Público Federal, durante as investigações, uma colaboradora informou ter sido ameaçada pelo ex-diretor da Dersa.

A defesa de Paulo Preto sustenta que investigações internas da empresa inocentaram o acusado de qualquer ato ilícito ou favorecimento a quem quer que seja. Os advogados também afirmam que a denúncia não se ampara nos elementos informativos colhidos no inquérito policial, que mostraram que ele não cometeu qualquer crime.

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Redação do Jornal Grande Bahia
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