Salvador: em sete anos, BCS do Calabar atendeu cerca de 1.600 pessoas

Fachada da Base Comunitária do Calabar, em Salvador.
Fachada da Base Comunitária do Calabar, em Salvador.
Fachada da Base Comunitária do Calabar, em Salvador.
Fachada da Base Comunitária do Calabar, em Salvador.

A Base Comunitária de Segurança comemora o sétimo aniversário com, atualmente, 411 alunos atendidos em 12 projetos desenvolvidos pela unidade policial.

Fundada em 2011 a Base Comunitária de Segurança (BCS) Calabar, em Salvador, ao longo desses sete anos, transformou a vida de crianças, adolescentes e adultos através de seus projetos. Cerca de 1.600 pessoas foram atendidas nos projetos da unidade, entre eles os esportivos, com alunos campeões baianos de boxe e judô, e os educacionais, com jovens aprovados no concurso público da Polícia Militar.

Atividades esportivas, música e educação são as principais atividades da unidade de policiamento comunitário. Os projetos ofertados durante esses sete anos são o Luta Cidadã (Boxe, Judô Vida, Jiu-jitsu, Luta Olímpica e Capoeira) Primeiro Som, Educação de Base, Base.net, PROERD, Melhor Idade, Bombeiro Civil Mirim, inglês, Cursinho Preparatório para Concurso da Polícia Militar e Fitdance.

O soldado Cléber Reis da Silva, professor de Judô, foi o primeiro a desenvolver um projeto na unidade. “Ao longo desses anos já tivemos grandes campeões no esporte. A sensação é de dever cumprido. Trazer uma nova realidade de vida para essa meninada é gratificante”, contou o militar lembrando que tem dois alunos competindo o circuito baiano de judô 2018 e estão entre os favoritos.

Já a sargento Kelle Pereira Xavier, lotada na BCS desde sua inauguração, muitas vidas foram transformadas. “Quando chegamos aqui sentimos de perto a necessidade de promover ações. Fomos conquistando a população aos poucos e hoje temos uma relação muito incrível com todos”, ressaltou.

Ainda segundo ela, trabalhar na BCS é criar laços. “Vejo jovens que chegaram aqui crianças e hoje já estão se inserindo no mercado de trabalho, estudando, evoluindo de maneira incrível. É um trabalho de formiguinha, mas estamos colhendo bons frutos. Olhar ao longo desses sete anos e ver tanta criança se afastando das drogas por causa de nossas ações é uma sensação única”, disse emocionada.

A comandante da BCS, capitã Aline Muniz, chegou na unidade a pouco tempo, mas se diz realizada. “Tenho um ano e três meses e estou cada vez mais feliz vendo nossa evolução. Os desafios são grandes contra o tráfico de drogas, mas estamos ganhando vidas e transformando essas pessoas, dando oportunidade”, salientou a comandante.

*Com informações da Secretaria da Segurança Pública da Bahia.

Redação do Jornal Grande Bahia
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