Salvador: Teatro Gamboa Nova sedia ‘Abril: o Corpo’

Cartaz anuncia sedia 'Abril: o Corpo'.
Cartaz anuncia sedia 'Abril: o Corpo'.
Cartaz anuncia sedia 'Abril: o Corpo'.
Cartaz anuncia sedia ‘Abril: o Corpo’.

O ‘Abril: o Corpo’ se caracteriza, todos os anos, por ser um mês exclusivamente voltado à apresentações de Dança e seus desdobramentos, em constante diálogo com outras linguagens.

No ano de 2018, o Teatro Gamboa Nova, localizado no Centro de Salvador, faz uma parceria especial com o Coato Coletivo, promovendo um encontro criativo de artistas experimentais, com proposições cênicas, performáticas, sonoras, audiovisuais e de dança, lançamento de livros e diálogos sobre políticas culturais.

O intuito é provocar o público e artistas sobre as atitudes do corpo no cenário contemporâneo, com artistas que tem se dedicado a estudar profundamente suas possibilidades.

Confira a programação:

Exposição

Corpo que sufoca – Rose Nascimento

Imagens na Galeria Jayme Fygura – de 1 a 29 de abril. De quarta-feira a sábado das 16 às 20 horas e domingo das 15 às 17 horas

Solos do projeto: dias 11, 18 e 25 de abril (quarta-feira), às 20 horas

A fotógrafa Rose Nascimento e os performers Caique Melo, Nanda Rachell, Uz Cavalcante e Marcelo Moreira, realizam o projeto Corpo que Sufoca. Trata-se de uma exposição fotográfica somada a solos apresentados todas as quartas do projeto Abril O Corpo. A mostra visual fica aberta gratuitamente, durante todo o mês, na Galeria Jayme Fygura do Teatro.

Mostra de experimentos + bate-papos

Anfíbia – Petra Ginna Jörge – 12 de abril (quinta-feira), às 19 horas

O trabalho é uma live experience/audiovisual performance, que debate que antes de tudo, nós éramos uma célula, identidade autônoma, fora do organismo. Na apresentação a artista Petra Ginna Jörge.

“Montanhas nos pés, nos pulmões, nas narinas, já éramos nós. Somos memória celular desde a célula através da célula e rumo a espécie de energia que transporta informação para todo o corpo, que transporta energia relacionada anfíbios nós já éramos” – apresenta poeticamente a equipe de concepção, formada por Petra e pela Coletiva Simbóptica, visando uma escuta à vastidão da idade geológica e à transmutação físico-química dos corpos.

Espetáculos

Leitura Performática Norte Sur– 13 e 14 de abril (sexta-feira e sábado), às 20 horas

A leitura performática Norte: Sur – Notícias sobre Américas é a segunda proposição do Projeto Fronteiras ou Roda Gigante do Coato Coletivo. Um exercício político sobre arte, política e censura, apropriação cultural, racismo e os processos de descolonização para pensar outras Américas possíveis. Em cartaz no Abril O Corpo do Gamboa Nova, onde o grupo realiza a Ocupação E o que o corpo pode manifestar?

O que é umx corpx latino? Em tempos de não, dissemos sim. Estamos em revolução? Quem é este ser que por séculos foram taxados de seres indolentes e exóticos? Quem disse que somos subdesenvolvidos ou estamos emergentes? Somos nós os deixados para trás? Esquecidos por quem? Você quer ser reconhecido como latino?

O Coato Coletivo se configura como uma reunião de artistas interdisciplinares que desejam se provocar e provocar o outro através de suas obras cênicas.

Bate-papos corpóreos

Mediação Cultural para a Dança – 14 de abril (sábado), às 15 horas

Convidada: Nanda Andrade e Eddy Veríssimo

Mais um bate-papo corpóreo do Abril O Corpo. A pauta será a dança que nos “considera” a partir do toque. Se geralmente colaboramos inconscientemente, a cada instante, com nossos gestos cotidianos para a sociedade (trecho do livro Danza Sur, Viagem pelo continente das maravilhas), como aguçar mediações culturais sensíveis entre dança e público? A sua dança necessita de que? Cada vez mais presente na dinâmica da produção cultural brasileira, a mediação cultural necessita de encontros para reconhecer novos modos de existir.

A convidada Nanda Andrade é pesquisadora na área de mediações culturais, dramaturgias e experiências estéticas do espectador. Atua também como analista técnica de projetos culturais e colabora em comissões de seleção. Capacitada em áreas de gestão e empreendedorismo, administração pública da cultura e políticas culturais. Mestranda em Dança pela Universidade Federal da Bahia (PPGDANÇA – UFBA) e licenciada em Dança pela UFBA, além de Estudos Artísticos pela Universidade de Coimbra, Portugal.

Com ela, Eddy Veríssimo, atriz e produtora, integrante d’ A Outra Companhia de Teatro, com mais de dez anos de carreira e atuações importantes nas artes cênicas de Salvador.

Dança Que Eu Toco, Toca Que Eu Danço – 15 de abril (domingo), às 17 horas

Jelber e Arthur Oliveira + Balé Jovem de Salvador

Uma união entre música e dança, baseada em improvisos sonoros e corpóreos, que permite aos artistas brincar com as linguagens, assim como o público prestigia um espetáculo completamente diferente. Nesta edição o Balé Jovem de SSA com Jelber e Arthur Oliveira, pai e filho e grandes músicos do cenário artístico de Salvador.

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