Reeleição de Vladimir Putin beneficia a América Latina, diz político chileno

Vladimir Vladimirovitch Putin, (Leningrado, 7 de outubro de 1952), é o atual presidente da Rússia, além de ex-agente do KGB no departamento exterior e chefe dos serviços secretos soviético e russo, KGB e FSB, respectivamente. Putin exerceu a presidência entre 2000 e 2008, além de ter sido primeiro-ministro em duas oportunidades, a primeira entre 1999 e 2000, e a segunda entre 2008 e 2012.

Vladimir Vladimirovitch Putin, (Leningrado, 7 de outubro de 1952), é o atual presidente da Rússia, além de ex-agente do KGB no departamento exterior e chefe dos serviços secretos soviético e russo, KGB e FSB, respectivamente. Putin exerceu a presidência entre 2000 e 2008, além de ter sido primeiro-ministro em duas oportunidades, a primeira entre 1999 e 2000, e a segunda entre 2008 e 2012.

A reeleição de Vladimir Putin como presidente da Rússia é positiva para a América Latina, afirma o secretário-geral do Partido Comunista do Chile Juan Andrés Lagos em entrevista.

Com mais da metade dos votos apurados, Putin lidera com 75,9% dos votos após as eleições deste domingo (18/03/2018).

“Uma reeleição de Putin seria muito favorável para a América Latina e, em particular, para o Chile”, afirmou o político.

Lagos disse que a política externa da Rússia com a América Latina “tem sido muito interessante” e ele espera que Putin continue no cargo para continuar “fortalecendo os laços” com a região.

“A Rússia está buscando processos de aproximação e intercâmbio com a América Latina e isso é muito importante para o Chile, porque os países BRICS são as nações que começam a impulsionar a economia com maior clareza estratégica”, afirmou. O secretário-geral do PC chileno afirmou que para Santiago “é extraordinariamente importante fortalecer os laços com a Rússia, gerar maiores possibilidades de desenvolvimento econômico e integração em diferentes níveis, apesar da distância entre nossos países”.

Ele ressaltou o apoio popular do líder russo e questionou os críticos do sistema eleitoral do país euro-asiático.

“Há muita gritaria em relação aos sistemas eleitorais de nações como a Rússia, mas eles não vêem as tremendas limitações que outros modelos eleitorais têm. Como os Estados Unidos, onde o atual presidente [Donald Trump] levou um milhão de votos a menos do que sua oponente, Hillary Clinton”.

Lagos advertiu que existem “pressões americanas” que tentam diminuir as relações entre Moscou e a América Latina.

O Partido Comunista do Chile pertence à coalizão de centro-esquerda Nueva Mayoría, que atualmente atua como oposição ao governo do presidente Sebastián Piñera.

*Com informações de Sputnik Brasil.

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