Plano Municipal de Saneamento de Feira de Santana entra na fase de oficinas para análise de diagnósticos

Plano Municipal de Saneamento de Feira de Santana entra na fase de oficinas para análise de diagnósticos.
Plano Municipal de Saneamento de Feira de Santana entra na fase de oficinas para análise de diagnósticos.
Plano Municipal de Saneamento de Feira de Santana entra na fase de oficinas para análise de diagnósticos.
Plano Municipal de Saneamento de Feira de Santana entra na fase de oficinas para análise de diagnósticos.

As informações e a opinião dos moradores das diversas comunidades da zona urbana e do meio rural, são “extremamente importantes” no processo de elaboração do Plano de Saneamento Básico que está sendo construído no Município. A análise é do presidente da Agência Reguladora da Prefeitura de Feira de Santana, Manoel Cordeiro.

No cumprimento de sua terceira etapa, o processo de elaboração do documento analisa as conclusões do que foi apurado e estudado na fase de diagnósticos, fase realizada no final do ano passado. Nesta segunda-feira (05/02/2018), esses resultados foram apresentados a moradores do distrito de Maria Quitéria, pelos técnicos da Fundação Escola Politécnica da Bahia (FEP), responsável pelos estudos.

À tarde o encontro foi realizado no distrito da Matinha, com a mesma finalidade. Ao todo acontecerão 13 destas oficinas com moradores dos oito distritos e em mais cinco bairros de Feira de Santana – a última está marcada para o dia 13 deste mês. É quando os técnicos ouvem as pessoas presentes sobre as ideias apresentadas em audiência pública como possíveis soluções para os diversos problemas em saneamento – questões relacionadas a água e esgoto no município.

As próximas etapas da construção do Plano são ações, programas e projetos, além de audiências públicas, para apresentação da versão final do documento.

 Presidente da Agência Reguladora de Feira de Santana, Manoel Cordeiro (foto), que acompanha estes encontros para discussão de cenários e prognósticos apresentados a partir das audiências públicas realizadas no ano passado, considera fundamental a participação dos moradores das diversas comunidades. Afinal, diz o gestor, “são eles que vivenciam as realidades locais”. Segundo Cordeiro, este é um plano que está sendo feito com base nas experiências da comunidade.

Ajustes podem ser feitos a partir das sugestões da sociedade

Para a advogada da Fundação Escola Politécnica da Bahia, Júlia Dellorto, nestes eventos há uma troca de informações com os moradores de cada uma das regiões. “Os problemas são apresentados e as possíveis soluções explanadas pelos técnicos”. Casa haja necessidade, assinala, com base nessas sugestões, ajustes são feitos no planejamento futuro do controle e gestão dos serviços públicos de saneamento em Feira de Santana.

Oficinas servem para apresentar especificidades locais

Nestes encontros setorizados, que correspondem à terceira fase do processo de construção do Plano, são apresentadas e analisadas as conclusões de cada uma das regiões, conjuntamente, as especificidades locais, informa a engenheira sanitária da Fundação Escola Politécnica da Bahi, Naiah Caroline Rodrigues Souza. “É uma fase de coleta de informações para o projeto que está sendo construído”,

José Valdecir Nascimento da Silva, que mora na comunidade do Saco do Capitão: “O saneamento básico é muito mais amplo que a gente imagina. Não é água e esgoto, apenas. Por isso, a participação nestes encontros é importante”.

Eduardo Pereira, cidadão do distrito Maria Quitéria: “Sabendo o que é saneamento, as pessoas ganham consciência sobre o problema. A partir daí, todos entendem seus direitos e deveres”.

Redação do Jornal Grande Bahia
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