Casos de leishmaniose em Feira de Santana preocupam deputado Angelo Almeida

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Angelo Almeida: Nós já tivemos conhecimento de oito óbitos entre janeiro e março de 2018.
Angelo Almeida: Nós já tivemos conhecimento de oito óbitos entre janeiro e março de 2018.
Angelo Almeida: Nós já tivemos conhecimento de oito óbitos entre janeiro e março de 2018.
Angelo Almeida: Nós já tivemos conhecimento de oito óbitos entre janeiro e março de 2018.

O deputado estadual Angelo Almeida (PSB) fez um alerta sobre os casos de leishmaniose registrados em Feira de Santana, a 108 km de Salvador, durante reunião da Comissão de Saúde e Saneamento da Assembleia Legislativa da Bahia, na manhã desta terça-feira (20/03/2018).

O parlamentar encaminhou ofício para que o coletivo solicite à Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Feira de Santana e a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) um relatório da situação epidemiológica da leishmaniose tegumentar e visceral, além do número de óbitos e casos notificados nos anos de 2016, 2017 e primeiro bimestre de 2018.

“Nós já tivemos conhecimento de oito óbitos entre janeiro e março de 2018. Esses dados são preocupantes e, se constatados, é um alerta para que medidas preventivas sejam fortalecidas”, disse. O deputado também explicou que os casos tem sido registrados no setor leste da cidade, nos bairros Conceição, Subaé e Rocinha.

A leishmaniose é uma doença infecciosa, porém, não contagiosa, causada por parasitas do gênero Leishmania, cuja transmissão ocorre apenas através da picada do “mosquito palha” fêmea. Os principais sintomas são febre alta com semanas de duração, fraqueza, perda de apetite, emagrecimento, anemia, palidez, aumento do baço e do fígado.

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